Exxxtórias, História, Fatos, Casos e “Causos”
28 – Verídica – Fluminense Football Club – O Tricolor das Laranjeiras do Seo Julio
Parte I
INTRODUÇÃO
Pai Tricolor, Julio Cesar Leal, o 4º. do nome, tricolor das Laranjeiras, como boa parte da Família Cesar Leal. Praticou vários esportes, jogou inclusive Basquete no seu Clube de coração, com carteirinha e tudo. No Exército jogava Futebol de Salão e de Campo, neste era reserva de um dos maiores Arqueiros do Flu e do Brasil, Castilho. Baduzinho chegou a vê-lo jogar Salão onde o Pai servia.
Avô Vascaíno, o português José Pinto Lopes, apelidado Badu em Madureira e no Vasco da Gama onde jogou com os irmãos Alberto e Tonico (também Badus) no Vasco da Gama nas décadas de 1920 e 30, jogou no América também. Em 50 era Juiz de Futebol e bandeirou o primeiro jogo do Maracanã, entre as Seleções de São Paulo e do Rio (1 x 1). Orgulhava-se de haver introduzido Mario Vianna (com 2 “ennes”) no Futebol. Fez o Neto mais novo vascaíno, Jairo.
Desde novinho Zé saía de Madureira, de trem, para o Maracanã para assistir com Pai e Mano aos jogos do Flu.
Assistiu grande jogos como o Fla x Flu (ou Flu x Fla) em 1963, com lotação máxima, não conseguiram ingresso de arquibancada, foram de Geral, que experiência!!!, ficando embaixo da torcida tricolor que jogava sacos -de farinha branca de trigo fingindo Pó de Arroz, alguns saquinhos vinham sem estourar a estouravam na cabeça de alguns torcedores próximos que se sentiam abençoados, apesar do susto e da sujeira. A corcunda do Seo Julio sofria, revezando ora Jairo ora Baduzinho, que pequenos nada conseguiam ver, mesmo perto do fosso.
Mesmo do banco de reservas, naquela época, e mais tarde quando trabalhou no Fla e no Vasco, não se via do joelho para baixo, no outro lado do campo, criança então, nada via… só na corcunda do Pai (padecer no Paraíso). Sorte que era de Infantaria e tinha resistência e força.
Aos 17, em 1967/8 jogava no Cocotá, na Ilha, num Amistoso contra o Olaria foi convidado a jogar lá na Bariri, foi. Começou o campeonato, tudo bem, Madureira, Vasco, Bonsucesso, et Cetera, até que veio o Flu pelo qual Baduzinho ainda torcia, já morava na Ilha, quase não ia mais ao Maracanã, pensou: que enrascada, se fecho o gol meu time do coração perde, se deixo a bola entrar e perder, o time que defende e deu a oportunidade é quem perde… decidiu ali mesmo na boca do túnel da Barrir que ia jogar uma pá de cal como torcedor do Flu, passaria a torcer pelo clube onde jogasse, pensou que seria Profissional. Só jogou no Cocotá e no Olá.
Em 1969, quando entrou para a faculdade, decidiu encerrar a carreira visando ser profissional, goleiro bom é goleiro alto, bem sabia, com raras exceções, ele era compacto, embora ágil e de boa impulsão, além das qualidades psicológicas para um “Goalkeeper”. Manteve a decisão de só torcer pelo clube em que trabalhasse quando se tornou Técnico/Treinador, e nem mesmo quando trabalhou no Profissional do Flu em 1996 (momento difícil do Clube, com Renato Gaúcho que saíra e voltou por sugestão do Baduzinho ao Diretor Hargreaves) mudou sua posição.
Ao ser saído do Flu nesse ano foi para o América de Natal que fazia boa campanha, nas Laranjeiras o Mequinha de Natal sapecou 4 x 2, na casa do Flu, nas Laranjeiras, oportunidade em que a torcida se revoltou e quebrou tudo… a torcida da Baduzinho mudara para Natal. Uma das recomendações do Treinador ao Flu em seu Projeto era aumentar as dimensões do campo, os clássicos eram no Maraca, mas contra times de mediano ou parco investimento, fácil retrancar e contra-atacar naquelas dimensões, e puniu feio o Flu com essa estratégia, colocando-a em prática. Mérito dos Jogadores.
Vale lembrar que em 1967, antes de jogar no Olaria, Baduzinho foi levado por seu Amigo Paulinho Tiribiça – que jogou no Cocotá e atuava no vitorioso Juvenil do Flu – a treinar no Flu com a permissão do famoso Treinador e ex-Jogador Pinheiro; treinou uma parte do coletivo entre os reservas e não sofreu gol, fez algumas defesas. Ao final do treino Pinheiro pediu que Paulinho o levasse à Sala do Treinador onde cumprimentou o jovem goleiro, disse que ele era bom, fez ótimo treino, mas o Flu tinha uma Filosofia própria e quanto aos goleiros deveriam ser longilíneos, com possibilidade de alcançar boas alturas, além das qualidades técnico-táticas e psicológicas. Que procurasse outro clube, pois tinha potencial. Não procurou, o Clube Olaria que o encontrou.
FLUMINENSE FOOTBALL CLUB: HISTÓRIA
A História
Fundado em 21 de julho de 1902, por Oscar Cox, jovem filho de um cidadão inglês vice-cônsul da Inglaterra no Equador, o Fluminense Football Club levava, à época, as cores cinza e branco. Cox é um dos grandes responsáveis pela chegada do futebol ao Brasil. Em diversas idas à “Terra da Rainha”, sempre trazia novidades, bolas, materiais esportivos. Também jogou, foi campeão Carioca de 1906, quando o Flu já era verde, branco e grená. Com problemas para adquirir o tecido cinza para o uniforme original, em 1904 foi aprovada a alteração, nascendo o Tricolor.
Pioneiro, o Fluminense construiu o primeiro estádio de cimento da América Latina, o Estádio de Laranjeiras, que foi sede do Campeonato Sul-Americano de Seleções, atual Copa América, e dos Jogos Olímpicos Latino-Americanos, atualmente Jogos Pan-Americanos, e foi palco do primeiro título relevante da Seleção Brasileira.
Considerada o Prêmio Nobel do Esporte, o Fluminense é o único clube da América Latina que detém a Taça Olímpica, em 1949, além de ser o único clube de futebol do mundo ter seu nome inscrito na honraria concedida pelo Comitê Olímpico Internacional por serviços prestados ao esporte.
Foi de Preguinho, um dos ídolos tricolores, o primeiro gol da Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Desde Cox, muitos craques vestiram a camisa do Fluminense. Além de Preguinho, Pinheiro, Hércules, Escurinho, Waldo, Orlando Pingo de Ouro, Welfare, Ademir de Menezes, Rivellino, Altair, Jair Marinho, Gerson, Marcos Carneiro de Mendonça, Félix, Castilho, Carlos Alberto Torres, PC Caju, Pintinho, Branco, Didi, Ézio, Romerito, Assis, Washington, Renato Gaúcho, Tele Santana, Romário, Deco, Conca, entre outros, fizeram a alegria da torcida tricolor. Flávio.
Tetracampeão brasileiro, campeão da Copa do Brasil e da Copa da Primeira Liga, e 33 vezes campeão Estadual. Vice-Campeão das Copas Libertadores da América e Sul-americana.
Além da sede de Laranjeiras e do Maracanã, onde manda seus jogos, o Fluminense possui dois Centros de Treinamentos. O de Xerém, em Duque de Caxias, é voltado para as divisões de base, e o da Barra da Tijuca, do Futebol Profissional.

Oscar Cox, fundador do Fluminense e introdutor do futebol no Rio de Janeiro
Maiores e melhores torcedores Tricolores que Baduzinho conheceu:
Nelson Rodrigues – Jornalista, Escritor, Dramaturgo e Torcedor Frasista do Fluminense;
Seu Toninho (Antônio de Almeida Santos) – Presidente do E. C. Cocotá. D.E.P.;
Adilson e Gerson Sophia – Primos Amados, tricolores de 7 (sete) costados;
Arnaldo Figueiredo – dos mais ardorosos torcedores do Flu. Defende o Fluminense com o afinco;
Berg – Amigo da Rede Jorge Neves. Defende o Flu com unhas e dentes;
Beto Velho – Amigo da Rede Jorge Neves. Bom e Grande Tricolor;
Carlinhos Portugal – Meu nobre Contador desde sempre. Muito sabe do Fluminense, dos poucos que acompanharam o Flu na 3ª. Divisão (todos os jogos);
Carlos Raphael Portugal – Filho do Carlinhos e profundo conhecedor de Futebol e do Flu;
Chico Magarinos – Amigo da Rede Jorge Barbosa! Tricolor de Qualidade;
Claudia Sophia – Prima. A mais linda Tricolor do Brasil. Claudinha Loren Sophia;
Denílson – Zagueiro em vários Clubes e Capitão Campeão! Tricolor dos bons;
Dr. Tanagi – D.E.P. Meu dentista e Amigo. Grande tricolor;
Dr. Vitor Nacif – O Flu deve orgulhar-se de um Torcedor tão valoroso;
Filipinho – um dos maiores Líberos do Vôlei do Brasil, jogava um bolão;
Francisco Chico Bigodão – Amigo da Redentor e do Cafezinho da Lagoa, ceste a camisa;
Huguinho Amato – Sobrinho Amado, craque no Futsal, veste a camisa aqui e fora;
Joaquim da Padaria – sabe muito de futebol e do Flu, acompanha tudo, sempre no radinho;
Ronaldo Vidão – Amigo do coração, Tricolor de Raízes, sabe tudo do Flu;
Serginho Amato – Sobrinho Amado, jogava muito, artilheiro em competições importantes, como a das Favelas, jogou aqui e no exterior;
Sérgio Amato – Sérgio Fenômeno, Cunhado Predileto, entre os mais fervorosos que Baduzinho conhece, mora nas Laranjeiras, joga lá, aliás dá show nas Peladas do Flu;
Sérgio Goston – Amigo e Proprietário de Antiquário nas Laranjeiras. Nobre tricolor;
Sr. Rubens Langer- Amigo dos Sofia Leal de Niterói e Terê, Grande Tricolor que por liderança e exemplo fez os 3 (três) filhos, Maurício, Marcelo e Gustavo também torcedores do Fluzão;
Baduzinho – Tricolor até os 17. Uns dizem que sendo assim nunca foi…, mas foi!;
Vitor Leal – semelhantemente ao pai, mas por influência do Tio Sérgio Amato: até quando foi jogar Basquete no Botafogo quando deixou de torcer.
Fim da Parte I de VI
P.S. – A Camisa Tricolor de listras finas é das mais bonitas do mundo! Verde, branco e encarnado (comumente chamado de grená ou vermelho). o Grená representa o vigor e o Amor pelo Clube; o Verde simboliza a esperança; o Branco traduz a paz e a harmonia.
P.S. 2 – Exxxtóriaxxx porque no Português falado no Rio de Janeiro “S’ tem sum chiado de “X”
By Jucele
Julio Leal
02 de agosto de 2026
Obrigado pela referência. Você é o cara. Abs
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Os Caras são Você e seu Xará invertido, o Rei Roberto Carlos! Obrigado! Grande abraço!
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gostei muito parabéns
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Você é fera demais! Bom dia! Abraço
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