EXXXTÓRIAXXX DO BADUZNHO ZÉ JULINHO: 11 – Verídica: Baduzinho Universitário num País que nem 10% conseguem chegar.

EXXXTÓRIAXXX DO BADUZNHO ZÉ JULINHO

SÃO PEDRO

11 – Verídica: Baduzinho Universitário num País que nem 10% conseguem chegar.

Em post anterior foi dito como Julinho, o Baduzinho de Madureira, ainda Badu para alguns mais próximos, conheceu a Educação Física, pois no Colégio onde estudou não conseguiu enxergar como o Professor de Educação Física chegava àquela posição, nem os Preparadores Físicos que teve.

Numa certa noite em que Baduzinho ainda jogava no Olaria e treinava as equipes das escolinhas do Cocotá, foi ao clube que era muito perto do Castelo onde morava e assistiu a preparação física dos seus Amigos que ainda jogavam no Clube sob a orientação do Professor Ênio Farias (em verdade um Educador, um Mestre, que anos mais tarde, em 1974 fez junto com Baduzinho o Curso de Especialização em Futebol para tornar-se Técnico, que em 1993, por Lei, virou Treinador Profissional de Futebol).

Ênio morava em Copa, trabalhava em vários colégios e fazia as refeições do dia à noite após o treino, relaxava um pouco e conversava com os sócios antes de retornar ao Lar. Numa dessas conversas, já no meio do ano de 1969, Ênio perguntou a todos o que iriam fazer no Vestibular, que foram respondendo: Economia, Administração, Química, um respondeu Salva Vidas e outras Profissões. Baduzinho respondeu Engenharia, estava no CPII (Colégio Pedro II Internato em São Cristóvão) numa turma sendo preparada para tentar a Engenharia, outra turma era para Medicina e a 3ª para Letras (Direito, Filosofia et catera). O Ênio deu um pulo na cadeira e interrompeu: Você tem nada de Engenheiro, tem que ser Professor de Educação Física e Treinador, na verdade você já exerce essas funções aqui no clube, preparando dezenas de crianças para jogar futebol, sozinho, sem assistente nem preparador físico, joga bem todos os esportes, recreia as crianças na praia da Bandeira e até ensina a nadar (Sunny chegou a campeã sul-americana), seu caminho está claro. Julinho perguntou como se formava um Professor e um Treinador, e foi muto bem explicado: cursando uma faculdade de Educação Física, à época só havia a EEFD da UFRJ para civis e a ESEFEX para militares, ambas criadas por Lei em 1940. Depois de 3 anos de graduação aqueles com tendência ou experiência no Futebol para lá iam, e os da Natação, Basquete, Vôlei e Atletismo vão se especializar na sua área em mais um ano. Uns vão fazer Mestrado e Doutorado, seguir a área Acadêmica.

Disse mais, que havia um curso pré-vestibular que era realizado na própria EEFD e em outros locais, preparando na parte teórica e na prática para tentar o vestibular.

Zé foi para casa e durante o jantar contou o acontecido momentos antes no clube ao Pai, Militar e à Mãe. Seo Julio respondeu: Você está maluco? Professor no Brasil ganha pouco, quase nada, o de Educação Física menos ainda, e aquelas calças de elanca de viadinho? Kkk, mas o filho, ariano, era tinhoso, sonhara em trabalhar ao ar livre, educar… e foi em frente. Há que ser dito que mais tarde Seo Julio foi seu maior incentivador, recortava e guardava todas as matérias sobre o filho, que ainda as tem.

Baduzinho morava na Ilha, o Cursinho era na Urca, a Faculdade também, mas primeiro tinha que entrar.

A tal de “Oitava” na barra era um Tendão de Aquiles, os de outros esportes que não a Ginástica de Aparelhos (nome da época) nunca viram ou ouviram falar. Com as aulas específicas do cursinho alguns começaram a realizar o exercício (pendurar-se na barra, elevar as pernas por sobre o aparelho, e fazer a rotação até a posição inicial). No dia em que Baduzinho conseguiu, outros o fizeram antes, ouviu do Colega Thomas Badrian, muito forte, remador consagrado – possuía um Fusca 19eantigamente, com aquele vidrinho oval, pequeno e tudo o mais original – que explodiu: essa porrinha pequenininha vai passar e eu não! Mas passou!

Vieram as provas:

Teste de Cooper, em voga à época, do Método de Cooper que Coutinho traduziu, correr a maior distância possível em 12 minutos. Janeiro, Verão, a partir das 9 horas, pista de carvão, que nas últimas provas beirava os quarenta e vinte graus. Natação, qualquer estilo, bastava atravessar a piscina, depois mergulhar e pegar um prato no fundo da piscina. Nesse teste vi a maior prova de superação em 75 anos de vida, Djalma Cavalcante, atleta de lutas, afundava até com 4 boias de cortiça nas aulas de natação do pré, chegava de madrugada para treinar, melhorou, tirou algumas cortiças, mas ao cair na água ia para o fundo como uma bigorna. Era líder da turma, todos gostavam dele, e disseram-lhe antes da prova para se jogar longe e bater braços e pernas até tocar em alguma coisa sólida, morrer não morreria porque além de alguns salva-vidas da Universidade, todos nos atiraríamos (solidariedade máxima inspirando confiança). Chegou ao outro lado da piscina – que perdeu uns palmos de água (estavam na barriga do heroico Djalma) – os olhos e a boca do tamanho dos de um Jacaré. Aprovado, Jacaré passou!

Parênteses: no ano seguinte, já estudando, Baduzinho foi dar aula num curso particular de preparação para o Pré, Curso Professor Junior (primeira Carteira de Trabalho assinada) e entre outros havia dois alunos que destaca, lições para a vida toda. Um que morava na Ilha e nadava muito bem, dos melhores na parte prática, pois não é que no dia da prova ao levantar o braço na braçada caiu água na garganta, ele se apavorou e agarrou a borda sendo desclassificado… E uma Moça que nunca entrara no mar nem em piscina, com medo começou a botar o pé na praia do Forte São João, onde aconteciam as aulas práticas, dias depois as pernas, deitou-se, dava braçadas com uma das mãos no chão, foi melhorando, nadou, passou! Mentira Terta? Verdade!

Arremesso de Medicinebol com distância mínima.

E as teóricas, na área da Medicina, com relativização do conteúdo.

Expectativa até o dia da divulgação das notas, dos aprovados (50 mulheres e 50 homens no primeiro semestre, 50 homens e 50 mulheres no segundo). Baduzinho foi ao Prédio na Urca onde afixaram as listas.  Começou pelo 100º. da lista dos homens, pontinha do dedo subindo na página, nada… de Julio, foi para a lista dos 50 primeiros (os do primeiro semestre) 50 (cu na mão), 40 (néris de pitibiriba), 30 (caracoles), 20 (que merda), 10 (phodeo), 9, 8, 7, 6, 5, 4 (parou, parecia ele, havia um Tulio Sclebin, voltou ao 4, era ele mesmo, Julio Cesar Leal Junior, alívio, alegria incomum, só queria passar. Feliz! Seguiu, o pódio: 3º. Jayme Pimenta Valente Filho (Cara Bom – Jogador de Futebol. Orador na Formatura), parabéns! 2º. Waldyr Mendes Ramos (Cara Bom – Natação e Water Polo. Mais tarde Diretor da Faculdade, a EEFD), Parabéns! 1º. Nelson Parente Filho (Cara Bom – Remo. D.E.P.). Viu as listas das Moças, pois gostava de todas as meninas da turma do pré, era o mais jovem, e vibrou quando reparou nos nomes aprovados, principalmente a Insulana Solange Bruno de Carvalho que deu muitas caronas quando Julinho ainda não possuía carro. Pódio Feminino: 3a. Sandra Regina de Goes Anderson; 2a. Layla Iracema Wlassow (Alpinista), Celina Corrêa Batalha – 91.83 (Oradora na Formatura). Turma Pioneiros do Fundão, que ao completar 50 anos de formada, em 2022 passou a denominar-se Pioneiros de Ouro do Fundão, e até os dias de hoje, 2026, reúne-se anualmente no primeiro sábado de dezembro.

Professores e Colegas:

Professor Celio (frases e uniforme) – Mestre Célio Cidade recebeu a Grande Homenagem na Formatura dos Pioneiros, muito querido pelos rapazes da turma, não deu aula para as meninas. O Paraninfo foi Mestre Alfredo Gomes de Faria Jr., de Didática, escreveu Livros e que dava aula para rapazes e moças.

Celio Cidade era a didática em pessoa, a partir do seu engomado uniforme, combinando tintim por tintim, além das tiradas impagáveis: a) antes da hora não é hora, depois da hora também não, a hora é na hora! b) quando na aula de futebol de salão um aluno gritava olha o ladrão para um que ia perder a bola, parava a aula e chamava o Monitor Jacaré dizendo que fosse à reitoria, pois havia um larápio na sala de aula c) quando do antigo Galeão levantava voo um daqueles cargueiros fazendo o maior barulho do mundo, começava a decolar, antes de passar por sobre a sala de aula aberta no Fundão, Mestre Célio perfilava e largava essa: esperemos que os ecos da aeronave que hora nos sobrevoa se escoem no perpassar do tempo.

Maria Lenk – Levou a Turma de 70 ao Pioneirismo no Fundão, ela mesma uma Pioneira (primeira mulher brasileira a disputar uma Olimpíada) pois sonhara em levara a antiga EEFD para novas e modernas instalações na Ilha do Fundão onde já havia muitas Faculdades. Convenceu as Autoridades da época e quando começou a construção levou a Turma de volta à Urca para os anos seguintes, enquanto a Nova Escola era construída.

Aptibol (trabalhar-trabalhar-trabalhar), Maré Mansa (olha a pista), Margarida, Paulo Servo, Affonsinho, Álvaro, Lucio, Hans, Ernesto Santos, Julio Bruno, Hermanny, Amilton. E muitos mais, Constelação!

Paulistinha – ex-jogador de futebol, daqueles que mais se assemelhavam ao estereótipo do boleiro, gozador, brincalhão, sempre alegre e faceiro, tropeçava em folhas para fazer os outros rirem.

Jayme – um dos ídolos da turma, querido por todos, Amado pelas meninas, inteligente, experiente, já fizera faculdade de Jornalismo e exercia a função. Ex Jogador do Fla, campeão do quanto centenário em 65. Entrou em 3º lugar. Com Lazaroni indicou Julinho para o Fla em 1976 (primeira experiência profissional como Técnico Formado).

Ronald – um dos primeiros colocados, memória brilhante e contador de Estórias, RonaldPédia. Jogava um bolão, parecia o Ronaldinho que veio mais tarde.

Waldyr – nosso Fleeper, não nadava, voava na piscina, além de jogar Water Polo, medalha de Prata no Vestibular, inteligente, estudioso e culto, muito simples e humilde, veio a ser Honorável Diretor da EEFD anos depois, a todos nós orgulhando.

Jorge Eiras – um dos romanos da turma, os grandões fortões e tremendos gozadores, cumprimentavam-se segurando com a mão o antebraço do colega, firmemente. Nadava muito e carregou numa competição interna o time nas costas ganhando a prova. Julinho lembra de ter chegado à borda igual ao Jacaré, para entregar a vez a ele em condições de chegar com grande esforço em primeiro.

Solange – eterna gratidão, ser humano admirável, empatia e simpatia numa só pessoa, nascida no mesmo dia do Pelé e da Sônia do Julinho (23 de outubro, Dia de Reis e Rainhas), uma das líderes dos Pioneiros, a famosa “Colega” ou “Solo”. Muitas caronas Solo deu ao Julinho quando morava na Ilha e ainda não tinha carro.

Antonio Barbudo – a vida toda com barba, era dos que treinavam o Judô com Julinho, tamanho e peso semelhantes, mas tinha cor na faixa, a do Baduzinho era incolor.

Cauim – também era dos que mais treinavam o Judô com Julinho, bem mais graduado e experiente, ensinava. Cara bom!

Mauro de Santa Maria – além das qualidades como aluno, depois como Professor, Mestre e Doutor em Musculação, também Romano, tinha e tem dotes artísticos, responsável pelos desenhos que abrilhantaram o convite para a formatura. Diamante!

Djalma – Grande Jacaré, além do episódio da natação, dono de grande poder de superação, ajudou na formação de uma turma unida, forte, coesa, sinergia pura que potencializava as qualidades de cada um e superava as limitações. Um gozador, senso de humor afiado, bastava olhar para uma pessoa e já vinha um apelido que ia grudar igual a chiclete.

Andonia – Grega, uma Deusa Grega, que nos tempos de faculdade pouco se relacionava com os colegas, tinha suas razões, mas excelente aluna, uma das precursoras da Ginástica Rítmica, vencendo com suas equipes muitas competições no Rio, no Brasil e no Mundo. Pilar da construção do Esporte que hoje nos traz orgulho. Esporte lindo que valoriza a graça feminina.

Celinha – Pingo de Ouro, uma grande figura, conhecida no Leme e na Faculdade. Sempre alegre e sorridente, presente em todos os Encontros, até que na Pandemia se foi ao Céu, virou Estrela lá também.

Celina (Oradora) – Brilhante aluna, belo Discurso.

Carlos Cesar, excelente aluno, zagueiro do Flu e da Escola, romano dos que se juntavam para conversar e apelidar os incautos. Sempre correto e atencioso às causas, mais tarde Bicampeão Mundial de Futebol.

Regininha – outro Amor de pessoa, casou-se com um colega da turma, mas se dava com todos e fechada com Solange até os dias de hoje.

Nequinha – Filho do famosos Treinador Neca, conheceram-se na Ilha muito antes da Faculdade, onde Julinho residia e, Seo Neca passava as férias do Futebol. Sempre alegre e sorridente, entrou magrinho, ficou muito forte com as aulas de musculação, os Romanos o apelidaram de Submarino, Sub, como é conhecido até agora. Sempre gostou de dançar.

Léa Laborinha – excelente aluna e de trabalho em equipe, fundação para sua Liderança no Grupo no pós formatura, a partir da Festa de 25 anos. Incansável qd se aproxima a data da festa anual, que neste ano passa a semestral. Descobre agulha em palheiro.

Espezim – dos decanos da turma, apelidado de Bermuda no Futebol, repórter, jornalista, advogado, Professor e Treinador, dos normais o mais maluco que Juju (como ele chamava o colega) conheceu. Fez cada uma na faculdade e fora dela!   Insulano, Conselheiro de João Havelange, criador da BFA (Brazilian Football Academy) para o desenvolvimento do futebol africano e depois demais continentes. O Sonho dele e de Havelange (de Baduzinho também) era ver um País Africano sediar uma Copa do Mundo (África do Sul sediou – 2010) e vencer uma também (só venceu na Base e Olimpíadas). Outro que a Pandemia levou aos Céus.

Maurição – um dos homens mais fortes que conheceu, graduado em todos os esportes de luta, fazia 200 push ups para aquecer antes de cair na piscina, um Amor de pessoa, até se aborrecer. A uma que o acusou injustamente de jogar bolinha de papel, no Anfiteatro da Medicina, disse: não vou lhe bater, chame seu irmão (da mesma turma), seu marido, e seus familiares que vou descontar em todos. A outro disse: quebro suas duas pernas, seus dois braços e o enforco, quer ver? Em aula de Boxe gostava de pelejar com Julinho, dizia que ele podia bater com toda a força, mas os seus poderosos golpes travavam a 1 cm do alvo. Num treino entrou de direto na direção da cabeça do pequeno e ingênuo colega, parando bem próximo, mas obediente o colega que ele admirava por ser parte dos pulmões do time da Escola – ele era o Prep. Físico – soltou a bomba na direção da boca exposta. Maurição sentiu algo estranho, passou a língua e sentiu o sangue, transformou-se, mandou um Upper Cut com quase toda sua força, Julinho cruzou os braços por baixo em defesa, chegou a sair do chão, levitou, os braços abriram um pouco, o golpe ainda atingindo levemente o queixo do contendor, que rodopiou, aproveitou e saiu do ringue. Volta São Pedro! Não voltou, São Pedro desceu do ringue, São Pedro correu 200 metros em zero segundo, pelo corredor até o refeitório… Quando voltou ao normal Maurição pediu desculpas. Aceitas, claro!

Lazaroni (mesma turma desde o Ginasial no CPII). Sebastião Barroso Lazaroni, colega de turma desde 1963 no CPII Internato em São Cristóvão, mesma classe no Ginásio e no Científico, depois 3 de faculdade e 5 de Fla (ele e Jayme que indicaram Julio Leal ao Fla em 1976), primeiro trabalho como Treinador remunerado. Um Campeão. Manigo (Mano + Amigo). Goleiraço!

Tantos queridos do Baduzinho: Chiquinho Pastor (Ministro da Messiânica), Lula Paiva (um dos melhores jogadores de Praia), J. Alves (artilheiro, Camisa 9), Georgette (inteligente e bela), Zé Roberto (o mais acidentado na faculdade, Zé Acidente)), Layla (a primeira Alpinista que Julinho conheceu, bela História de vida), Luiz Felipe (do Basquete, de Niterói), Carlos Roberto (o Cascavel, insulano, um vencedor), Tadeu que veio do Sul e mandou muito bem até hoje, Zélia e Dionísio (casal XX que se formou na turma), Alexandre e Paquinha duas feras no Vôlei e tantos outros importantes que formaram a Turma mais incrível e unida que se conhece.

As aulas só começavam quando três conduções coletivas chegavam ao Fundão: o Batmóvel do Kid (Euclides), que esperava os colegas que vinham de Barca de Niterói e regiões próximas; o Miudinho (Saldanha), que vinha com uma Kombi lotada com o pessoal de Meriti e adjacências; e Nelson Parente, que trazia seus amigos da Zona Sul num Fuscão veloz, causando apreensão nos caronistas, pois tinha o pé de remador, bem pesado, achava que era o Fittipaldi.

RELAÇÃO DOS APROVADOS. QUEM GUARDA SEMPRE TEM. UNS DIZEM ACUMULADOR. BADUZINHO TRABALHA NO POSITIVO.
CONVOCAÇÃO DA SELEÇÃO
DIPLOMA
VERSO DO DIPLOMA
FOTODO ENCONTRODE 2024. EM 2022 HOUVE GRANDE ENCONTRO N MARINA DA GLÓRIA
APÓS A MISSA DA FORMATURA NAS ESCADAS DA IGREJA NA URCA
FOTO DOS 25 ANOS DE FORMADOS NO CLUBE FEDERAL. VEIO GENTE DOS EUA, DO SUL, DONORDESTE.
PROFESSORA DIRETORA MARIA LENK ENTREGA DIPLOMA AO BADUZINHO. AO FUNDO O PARANINFO PROF. ALFREDO E O GRANDE HOMENAGEADO PROF. CELIO CIDADE. MUITOS ANOS DEPOIS JULINHO ENCONTRAVA MARIA LENK QUANDO SAIA DE SUA NATAÇÃO NO MAR DE IPANEMA E LEMBRÁVAMOS COM CARINHO DO PIONEIRISMO DA TURMA

P.S. -LÁPIDAR: Veni, Vidi, Vici/Perdidi, Amavi et Amatus Sum: Vim, Vi, Venci/Perdi, Amei e Fui Amado. Julio Leal.

P.S. 2 – NOS EUA CERCA DE 30 % TÊM NÍVEL UNIVERSITÁRIO. (ouvi dizer)

P.S. 3 – Desculpem qualquer erro, imprecisão ou esquecimento!

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