Exxxtóriaxxx, História, Fatos, Casos e “Causos”: 28 – Verídica – Fluminense Football Club – O Tricolor das Laranjeiras do Seo Julio. VI e última

PARTE VI e Última

INTRODUÇÃO (RESUMIDA)

Raízes tricolores na família

Julio Cesar Leal, o quarto do nome, era tricolor como boa parte da família. Praticou vários esportes e jogou basquete no Fluminense. No Exército, atuou no futebol de salão e de campo, sendo reserva de Castilho. Baduzinho chegou a vê-lo jogar.

O avô, José Pinto Lopes, português apelidado Badu, jogou no Vasco, com os irmãos Alberto e Tonico, e no América. Em 1950, já árbitro, bandeirou o primeiro jogo do Maracanã, entre Rio e São Paulo (1 a 1). Orgulhava-se de ter introduzido Mario Vianna no futebol e fez do neto Jairo um vascaíno.

Desde menino, Zé ia de trem de Madureira ao Maracanã para assistir aos jogos do Flu com o pai e o irmão.

No Fla-Flu de 1963, com o Maracanã lotado, ficaram na geral, sob a torcida tricolor que lançava farinha como “pó de arroz”. Para enxergar, Jairo e Baduzinho se revezavam nas costas do Seo Julio.

Naquele tempo, mal se via o outro lado do campo; criança, Baduzinho só acompanhava o jogo nas costas do pai, resistente militar da Infantaria.

Aos 17 anos, em 1967/68, jogava no Cocotá e foi convidado pelo Olaria. Diante do Fluminense, seu clube do coração, decidiu torcer apenas pela equipe que defendesse. Atuou somente pelo Cocotá e pelo Olaria.

Em 1969, ao entrar na faculdade, desistiu da carreira profissional: apesar da agilidade, impulsão e preparo psicológico, considerava baixa sua estatura para goleiro. Como treinador, manteve a decisão de torcer pelo clube em que trabalhasse, inclusive no Fluminense, em 1996.

Ao sair do Flu, em 1996, foi para o América de Natal, que venceu o Fluminense por 4 a 2 nas Laranjeiras. A partida confirmou sua recomendação de ampliar o campo: em dimensões menores, equipes de menor investimento podiam retrancar e contra-atacar com eficiência. O mérito foi dos jogadores.

FLUMINENSE FOOTBALL CLUB: HISTÓRIA

A História

Fundado em 21 de julho de 1902, por Oscar Cox, jovem filho de um cidadão inglês vice-cônsul da Inglaterra no Equador, o Fluminense Football Club levava, à época, as cores cinza e branco. Cox é um dos grandes responsáveis pela chegada do futebol ao Brasil. Em diversas idas à “Terra da Rainha”, sempre trazia novidades, bolas, materiais esportivos. Também jogou, foi campeão Carioca de 1906, quando o Flu já era verde, branco e grená. Com problemas para adquirir o tecido cinza para o uniforme original, em 1904 foi aprovada a alteração, nascendo o Tricolor.

Pioneiro, o Fluminense construiu o primeiro estádio de cimento da América Latina, o Estádio de Laranjeiras, que foi sede do Campeonato Sul-Americano de Seleções, atual Copa América, e dos Jogos Olímpicos Latino-Americanos, atualmente Jogos Pan-Americanos, e foi palco do primeiro título relevante da Seleção Brasileira.

Considerada o Prêmio Nobel do Esporte, o Fluminense é o único clube da América Latina que detém a Taça Olímpica, em 1949, além de ser o único clube de futebol do mundo ter seu nome inscrito na honraria concedida pelo Comitê Olímpico Internacional por serviços prestados ao esporte.

Foi de Preguinho, um dos ídolos tricolores, o primeiro gol da Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Desde Cox, muitos craques vestiram a camisa do Fluminense. Além de Preguinho, Pinheiro, Hércules, Escurinho, Waldo, Orlando Pingo de Ouro, Welfare, Ademir de Menezes, Rivellino, Altair, Jair Marinho, Gerson, Marcos Carneiro de Mendonça, Félix, Castilho, Carlos Alberto Torres, PC Caju, Pintinho, Branco, Didi, Ézio, Romerito, Assis, Washington, Renato Gaúcho, Tele Santana, Romário, Deco, Conca, entre outros, fizeram a alegria da torcida tricolor. Flávio.

Tetracampeão brasileiro, campeão da Copa do Brasil e da Copa da Primeira Liga, e 33 vezes campeão Estadual. Vice-Campeão das Copas Libertadores da América e Sul-americana.

Além da sede de Laranjeiras e do Maracanã, onde manda seus jogos, o Fluminense possui dois Centros de Treinamentos. O de Xerém, em Duque de Caxias, é voltado para as divisões de base, e o da Barra da Tijuca, do Futebol Profissional.

Oscar Cox, fundador do Fluminense e introdutor do futebol no Rio de Janeiro

PARTE VI (Propriamente dita) e última

Treinadores

Ver artigo principal: Lista de treinadores do Fluminense Football Club

Johannesburg- O ex- tecnico da Africa do Sul , Carlos Alberto parreira e o ex- jogador , Franz Beckembauer apresentam as bolas com os nomes dos times que jogaram a semifinal da copa do mundo Africa do sul 2010, e concedem entrevista a imprensa, parreira disse que não arrisca um palpite para um vencededor da copa, e Backembauer queria que o vencedor ficasse com um time eurpeu

Carlos Alberto Parreira com Franz Beckenbauer

O Fluminense é o clube que mais cedeu técnicos e comissões técnicas a Seleção Brasileira. Nomes de destaque na carreira como Abel Braga, Carlos Alberto Parreira, Carbone, Charlie Williams, Didi, Gentil Cardoso, Mário Travaglini, Muricy Ramalho, Nelsinho Rosa, Ondino Viera, Paulo Amaral, Renato Gaúcho, Sylvio Pirillo, Telê Santana, Zagallo e Zezé Moreira tem ligação histórica relevante com o clube.

Em abril de 2020 o site Globoesporte.com realizou uma votação online para escolher o melhor técnico da História do Fluminense oferecendo seis opções, e o resultado foi o seguinte:[217]

TécnicoPercentual
1ºBrasil Carlos Alberto Parreira32,39%
2ºBrasil Zezé Moreira24,14%
3ºBrasil Abel Braga21,04%
4ºBrasil Telê Santana11,39%
5ºUruguai Ondino Viera5,82%
6ºBrasil Renato Gaúcho5,22%

Capitães

Abaixo está a lista de capitães do Fluminense Football Club desde 1992.

País Nome Período Brasil Ézio 1992–1995 Brasil Lira 1995 Brasil Renato Gaúcho 1996 Brasil Paulo Roberto 1997 Brasil Nonato 1998 Brasil Paulo César 1999–2000 Brasil Fabinho 2000 Brasil Régis 2001 Brasil Fabinho 2002 Brasil Romário 2002–2003 Brasil Marcão 2004–2006 Sérvia Dejan Petković 2006 Brasil Carlos Alberto 2007 Brasil Luiz Alberto 2007–2009 Brasil Fred 2009–2016 Argentina Darío Conca 2010–2011 Brasil Gum 2016–2018 Brasil Digão 2019 Brasil Nino 2020 Brasil Fred 2020–2022 Brasil Nino 2022–2023 Brasil Felipe Melo 2024 Brasil Thiago Silva 2024–2025 Brasil Samuel Xavier 2026 Brasil Fábio 2026 Brasil Thiago Silva 2026

Estádios com mais jogos (time principal)

Situação até 21 de julho de 2025, acima de 50 jogos.[218]

EstádioJogos
1ºMaracanã1965
2ºLaranjeiras862
3ºSão Januário218
4ºEngenhão129
5°Raulino de Oliveira125
6ºGeneral Severiano121
7ºPacaembu101
EstádioJogos
8ºCampos Sales76
9°Mineirão69
10ºMoça Bonita62
11ºFonte Nova59
12ºMorumbi57
13ºFigueira de Melo53
14ºRua Bariri50
14°Caio Martins50

Rivalidades

Maiores confrontos

Ver artigo principal: Clássicos do Fluminense Football Club

Bustos de Assis e Washington, o “Casal 20”, heróis em clássicos

Os maiores clássicos do Fluminense são o Fla-Flu, também conhecido como o Clássico das Multidões, o Clássico dos Gigantes e o Clássico Vovô, nessa ordem, todos eles envolvendo clubes campeões cariocas, brasileiros e da Copa Libertadores da América, embora as partidas disputadas contra o America e contra o Bangu também tenham apelo histórico, assim como os confrontos interestaduais contra os outros grandes clubes do Brasil, notadamente o Clássico Silvio Santos, disputado contra o Corinthians.[2][219][220][1]

Segundo dados do arquivo do site Estatísticas do Fluminense,[201] as médias de públicos pagantes dos principais clássicos do Fluminense disputados no antigo Maracanã (entre 1950 e 2010) foram de 60 107 contra o Flamengo, de 43 735 contra o Vasco, de 34 359 contra o Botafogo, de 30 266 contra o Corinthians, de 25.127 contra o America e de 22 527 contra o Bangu, médias que acrescidas dos não pagantes, poderiam ser cerca de 20% maiores nesse período, dadas as questões das gratuidades então vigentes no Maracanã.[221]

Partidas históricas

Homenagem do Peñarol ao cinquentenário do Fluminense

Em 5 de maio de 2020, após alguns dias de votação no site Globoesporte.com, os torcedores do Fluminense escolheram a partida Fluminense 3 a 0 Peñarol, válida pela Copa Rio de 1952, como a partida mais importante de sua História, com 29,02% dos votos. Os gols da partida que marcou a vitoriosa campanha invicta tricolor foram marcados por Marinho, duas vezes, e Orlando, perante mais de 63 000 torcedores.[231] O Peñarol era base da Seleção Uruguaia campeã mundial dois anos antes no mesmo Maracanã contra a Seleção Brasileira, na partida que ficou marcada como “Maracanazzo“, o que tornou a vitória tricolor muito emblemática.[232]

O segundo e terceiro jogos mais votados, cuja soma com o primeiro deu 81,38% do total, foram Fluminense 3 a 2 Flamengo, válido pela decisão do Campeonato Carioca de 1995, com 26,82% dos votos, e Fluminense 3 a 1 sobre o São Paulo, pelas quartas de final da Copa Libertadores da América de 2008, com 25,54%.[233] Os outros seis jogos foram Corinthians 0 a 2 Fluminense, pelas semifinais do Campeonato Brasileiro de 1984 com 3,59%, Palmeiras 2 a 3 Fluminense, jogo que decidiu o Campeonato Brasileiro de 2012 com 3,02%, Fluminense 1 a 0 Guarani, jogo que decidiu o Campeonato Brasileiro de 2010 com 2,91%, Coritiba 1 a 1 Fluminense, partida em 2009 que confirmou uma das maiores reações para fugir do descenso para a Série B com 2,88%, Fluminense 1 a 0 Flamengo, decisão do Campeonato Carioca de 1983 com 1,99%, Fluminense 1 a 1 Atlético Mineiro, jogo que decidiu o Campeonato Brasileiro de 1970 com 0,99% e Figueirense 0 a 1 Fluminense, decisão da Copa do Brasil de 2007 com 0,45%, com outros jogos citados somando 2,79%.[233]

Em 9 de maio de 2020, com 24,14% dos votos, Fluminense 3 a 0 Peñarol foi escolhida a segunda maior partida da história dos clubes brasileiros.[234]

Já no dia 16 de junho de 2020, por ocasião do aniversário de setenta anos do Maracanã, o site Globoesporte.com publicou o resultado de uma enquete com mais de cinquenta mil eleitores, na qual a decisão do Campeonato Carioca de 1995 foi apontada como o maior jogo da História do Maracanã, obtendo 59,79% dos votos. Os dez jogos que concorreram, envolvendo clubes e seleções, foram os dez mais votados em eleição que envolveu setenta jornalistas esportivos.[235]

Estrutura

Sede social e esportiva

Sede social do Fluminense à noite

Sua sede social no bairro Laranjeiras faz parte da História do Rio de Janeiro pelos seus bailes, festas e eventos culturais que marcaram várias gerações. Além disso, é uma obra de arquitetura europeia de grande beleza, idealizada pelo arquiteto catalão Hypolito Pujol e adornada com elegantes vitrais belgas, em sua fachada.[236][237] Em 1907, o Fluminense inaugurou a sua primeira quadra de Tênis, em 1909 já possuía três e em 1911, quatro. Um grande destaque nos anos iniciais deste esporte foi o grande aviador e inventor brasileiro Santos Dumont, associado honorário nº 11 do Tricolor, que durante anos frequentou o clube, sendo árbitro em vários jogos de tênis.[238]

Em 1919, o Fluminense inaugurou o seu parque aquático, contando com quatro piscinas, sendo duas olímpicas, uma de salto ornamental e outra de polo aquático, como forma de reconhecimento aos atletas de desportos aquáticos do clube, que à época formavam a base da Seleção Olímpica. Em janeiro de 2013 o parque aquático sofreu uma grande reforma para se adequar aos padrões de então da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), com a anterior grande intervenção no local tendo sido realizada em 1961, pelo então presidente Jorge Frias de Paula.[239] As suas instalações foram palco de várias seletivas olímpicas e de competições estaduais e nacionais de esportes aquáticos.[240][241][242]

O clube foi um dos principais pioneiros do tiro desportivo no Brasil. Por ele ser um dos mais tradicionais e respeitados pelas principais entidades desportivas mundiais, era praticado pelas “elites” do Rio de Janeiro e militares em seus primórdios. Em 1934, devido a grande quantidade de praticantes, o clube tomou uma medida para aumentar o estande, tornando-o sede de competições nacionais e internacionais.[243]

Depois desta quadra, inaugurada em 1907, o tênis, que já atraia cada vez mais praticantes cariocas do esporte branco, referência aos uniformes dos jogadores,[244] tradicionalmente aristocrático, passou a fazer parte da eclética grade esportiva tricolor, o que culminou com a construção de uma segunda quadra em 1908, número que subiria para quatro a partir de 1911, colocando de vez o Fluminense no cenário tenístico nacional. A evolução do Tênis no Fluminense atingiu sua fase áurea em 1929, com a construção da quadra central, para o 9º campeonato Sul-americano em disputa da Taça Miltre. A partir de então, as quadras do Fluminense foram palcos de muitas das maiores partidas internacionais realizadas no Brasil durante décadas, tendo inclusive sediado jogos da Copa Davis de 1972.[245]

Em 26 de fevereiro de 2024 o Tricolor inaugurou em sua sede social o Museu Fluminense FC no espaço onde funcionaram anteriormente a Sala de Troféus, a Biblioteca e o Gabinete Presidencial.[246]

Estádio Manoel Schwartz

Troféu da Copa do Mundo de Clubes de 2025 no Estádio Manoel Schwartz com o Cristo Redentor ao fundo

Esta seção é um excerto de Estádio Manoel Schwartz.editar

Estádio Manoel Schwartz[247], popularmente chamado de Estádio de Laranjeiras, é o histórico estádio do Fluminense Football Club, situado no bairro de Laranjeiras, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, possuindo esse nome como homenagem ao presidente histórico do clube, Manoel Schwartz, que tem uma vitoriosa história pelo clube.[248] O Tricolor não joga em seu campo desde 26 de fevereiro de 2003[249][250], visto que o local não atendia aos parâmetros do Estatuto do Torcedor.[251]

Estádio de Laranjeiras ou Estádio das Laranjeiras, são os nomes mais populares que o estádio possui e vem do bairro de Laranjeiras, onde ele se situa. Desde 1904 no mesmo local e anteriormente à construção de sua estrutura de cimento em 1919 era chamado de Campo da Rua Guanabara, depois de virar estádio também ganhou a designação popular de Estádio de Álvaro Chaves, devido ao nome da rua onde fica localizada a sua entrada social, antiga Rua Retiro da Guanabara (Guanabara), e depois passou a ser chamar Estádio Manoel Estádio Manoel Schwartz.[252]

Centro de Treinamento Carlos Castilho

Ver artigo principal: Centro de Treinamento Pedro Antônio

O Centro de Treinamento Carlos José Castilho,[253] até 30 de setembro de 2019 nomeado Centro de Treinamento Pedro Antônio Ribeiro da Silva, é o Centro de Treinamento do Fluminense, inaugurado em 21 de julho de 2016, data do aniversário de 114 anos do clube, com a equipe profissional do Fluminense começando a treinar no local em 11 de outubro de 2016.[254] Este Centro de Treinamento localizado na Barra da Tijuca, é utilizado para treinamentos e abriga toda estrutura do time profissional de futebol do Fluminense, com 39,3 mil metros quadrados de área e custo inicial de 10 milhões de dólares, obra financiada e conduzida por Pedro Antônio Ribeiro da Silva, vice-presidente de projetos especiais.[255][256] Visando uma melhor preparação física e técnica para o futuro, o Centro de Treinamento do Fluminense tem três campos oficiais, área de suporte (lavanderia, garagem, depósito para materiais) e área do futebol (vestiários, departamento médico, fisioterapia, musculação, piscinas e recuperação dos atletas). Possui ou faz parte do projeto, área de hospedagem (hotel, estrutura administrativa do futebol, sala de imprensa, churrascaria e refeitório), conhecida por torre de cinco andares e ficará para ser concluída em um segundo momento, tendo sido apontado em sua inauguração como o mais moderno CT do Brasil.[255]

A necessidade de possuir um CT já estava na pauta do Fluminense desde os anos 1980, na gestão Silvio Kelly, mas nunca saiu efetivamente do papel. Em 1983, o clube inaugurou o atual CT das divisões de base, em Xerém, numa estrutura modestíssima, que na época dispunha apenas de um campo de treino e nada mais. Apesar disso, o time que sagrou-se campeão brasileiro em 1984 chegou a realizar alguns treinamentos no local. Em 1995 Xerém passou por melhorias, como a aquisição de novos equipamentos, e teve promessas de levar o departamento de futebol para lá, o que nunca aconteceu de fato, apesar de em 2006, na gestão Roberto Horcades, o clube voltar a prometer a transferência do departamento de futebol para Xerém, o que nunca foi concretizado.[257] O CT começou a ser construído em meados de 2015 e ficou parcialmente pronto para as primeiras atividades do futebol profissional já em setembro de 2016, tendo tido a sua inauguração oficial em 21 de julho de 2016, no aniversário de 114 anos do Fluminense.[255] No dia 29 de outubro de 2016, Peter Siemsen definiu em reunião do conselho o nome do Centro de Treinamento, Pedro Antônio Ribeiro da Silva, em homenagem a um dos principais responsáveis pela obra do Centro de Treinamento.[258]

O CT do Fluminense foi o único Centro de Treinamento de clubes do Rio de Janeiro escolhido para receber seleções nacionais durante a realização da Copa América de 2019, tendo sido utilizado pelas seleções nacionais do Qatar, Peru, Uruguai e Argentina, em ordem cronológica, com a Seleção Peruana retornando ao CT para se preparar para a final da competição.[259][260][261][262][263][264] Em 30 de setembro de 2019, o Conselho Deliberativo do clube deliberou a alteração do nome do Centro de Treinamento que passou a se chamar CT Carlos José Castilho, goleiro, ídolo do clube, recordista de partidas pelo Tricolor, tendo participado ainda de quatro copas do mundo como jogador do Fluminense. Além das grandes atuações, o jogador é lembrado como exemplo de dedicação por ter amputado um dos dedos de uma das mãos para não desfalcar o time tricolor por muito tempo.[265]

Centro de Treinamento Vale das Laranjeiras

Ver artigo principal: Centro de Treinamento Vale das Laranjeiras

CT Vale das Laranjeiras visto do alto

Xerém, distrito da cidade de Duque de Caxias, é o local onde treinam as categorias de base do Fluminense, em um espaço de 130 000 metros quadrados, ao pé da Serra de Petrópolis. Em 21 de julho de 1981, dia do aniversário de 79 anos do Fluminense Football Club, foi assinada a escritura do terreno, com a abertura da área tendo ocorrido em 30 de abril de 1983, em 1985 a parte física ficou pronta, mas a inauguração oficial aconteceu apenas dez anos mais tarde, no dia 16 de dezembro de 1995, após os equipamentos serem instalados, com o nome oficial de Sylvio Kelly dos Santos, ex-presidente do Tricolor e seu idealizador, sendo até os dias atuais, o único CT de clube de futebol carioca específico para as categorias de base.[266][267][268]

Em 15 de junho de 2007, o Fluminense inaugurou o Hotel Telê Santana neste complexo. O Hotel Telê Santana tem 26 quartos, piscina, restaurante, bar, sala para preleções e extensa área verde em seu redor.[269] Distribuídos no Centro de Treinamento Vale das Laranjeiras, também conhecido como CT de Xerém, estão 6 campos para treinos e 1 campo para jogos. O campo principal possui dimensões máximas oficiais (110×76 m) e normalmente é utilizado apenas em jogos oficiais das categorias de base. Este campo conta com uma arquibancada capaz de receber cerca de 2 000 torcedores. Os outros seis campos são utilizados para a realização dos treinamentos técnicos das diversas categorias, sendo um deles especialmente para o treinamento dos goleiros.[270] Desde que a Confederação Brasileira de Futebol passou a organizar o Campeonato Brasileiro Sub-20 em 2015, ano no qual o Fluminense se sagrou campeão e o final da edição de 2019, o Tricolor é o maior pontuador da classificação histórica da competição, com 114 pontos conquistados até então.[271] Em 2020 conquistou o Campeonato Brasileiro Sub-17 na segunda edição da competição organizada pela CBF.[272]

Estádio Marcelo Vieira

Estádio Marcelo Vieira visto do alto

O Estádio Marcelo Vieira, anteriormente conhecido como Estádio Vale das Laranjeiras ou Estádio de Xerém, está localizado dentro do Centro de Treinamento Vale das Laranjeiras. Em 2022, o estádio recebeu a homologação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para sediar partidas de competições nacionais. A primeira partida oficial após a homologação ocorreu em 8 de agosto de 2022, quando Fluminense e Vasco empataram em 1 a 1, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro de Futebol Sub-17 de 2022.[273][274][275]

Após solenidade realizada no dia 5 de setembro de 2024, o estádio foi rebatizado como Estádio Marcelo Vieira, em homenagem ao jogador Marcelo, que iniciou sua carreira nas categorias de base do Fluminense.[276]

Estádio do Maracanã (concessão)

Ver artigo principal: Estádio Jornalista Mário Filho

Maracanã em Fluminense versus Corinthians em 2022

O Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, se localiza na cidade do Rio de Janeiro e foi inaugurado em 16 de junho de 1950 com capacidade para receber 200 mil pessoas, tendo sido utilizado durante o transcorrer e palco da final da Copa do Mundo daquele ano, assim como seria da de 2014, dos Jogos Pan-Americanos de 2007, dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016, de edições da Copa América, além de outras competições internacionais entre seleções nacionais e partidas amistosas da Seleção Brasileira. Na sua partida de inauguração, entre as seleções carioca e paulista, o primeiro gol foi marcado pelo meia tricolor Didi.[277] Desde 2013, a capacidade do estádio é 78.838 torcedores.[278]

O Fluminense atualmente manda seus jogos no Maracanã, que mesmo não sendo de propriedade do clube, e sim do Governo do Estado do Rio de Janeiro, é a casa da Torcida Tricolor, tendo o Fluminense conquistado 37 títulos de campeão apenas considerando a categoria de profissionais, no grande e mítico estádio, além de outras tantas campanhas inesquecíveis disputadas nele, tais como a Copa Rio de 1952, os vice-campeonatos da Copa Libertadores da América e da Copa Sul-Americana, ou o desfile de craques da equipe conhecida como a Máquina Tricolor.

No dia 10 de julho de 2013, o Fluminense assinou contrato de 35 anos de uso do Maracanã com o consórcio administrador do estádio. Em 18 de março de 2019 o Governo do Estado do Rio de Janeiro cancelou o contrato de concessão do Maracanã e em 5 de abril de 2019 anunciou que consócio criado por Fluminense e Flamengo passaria a gerir o estádio por 180 dias, prorrogáveis por igual período, quando então seria realizada uma nova licitação, com o governo prorrogando ao final do prazo até 30 de abril de 2021 e outras vezes após isso, até os dias atuais.[279][280][281] O Fluminense disputou no Maracanã 1 877 partidas, com 915 vitórias, 484 empates e 476 derrotas, 3 032 gols pró e 1 969 gols contra, até o fim do ano de 2022.[282]

Estádio do Engenhão (ocasional)

Ver artigo principal: Estádio do Engenhão

Vista externa do Engenhão

Neste estádio erguido pela Prefeitura do Rio de Janeiro, o Fluminense conquistou além do Campeonato Brasileiro de de 2010, o Campeonato Carioca de 2012, considerando apenas os títulos mais importantes, disputando as suas partidas com mando de campo na conquista do Campeonato Brasileiro de 2012 e nele disputando três edições da Copa Libertadores da América, em 2011, 2012 e 2013, com 5 vitórias, 4 empates e 2 derrotas em 11 jogos da principal competição continental disputados no Engenhão.[283][284] Até o fim de 2022, o Fluminense disputou nele 123 jogos, com 60 vitórias, 35 empates e 28 derrotas, 191 gols a favor e 124 contra, sendo o quarto estádio no qual o Fluminense mais atuou, logo depois do Estádio São Januário.[285]

Outros esportes

Ver artigo principal: Outros esportes praticados pelo Fluminense Football Club

Departamentos ativos do Fluminense
FutebolBasquetebol (masculino)Basquetebol (feminino)
Futebol 7Voleibol (masculino)Voleibol (feminino)
FutsalPolo aquático (masculino)Polo aquático (feminino)
Futebol de areiaFutebol americano (masculino)Futebol americano (feminino)

Esportes olímpicos

Ver artigo principal: Títulos do Fluminense Football Club em esportes olímpicos e amadores

Vista parcial da área de esportes olímpicos e amadores do Fluminense, parque aquático ao longe

Além do futebol, esporte mais popular do país, o Fluminense tem em suas raízes outras modalidades esportivas que fizeram parte da história do clube. Diversos atletas se destacaram no decorrer dos anos e suas conquistas foram traçadas desde o início nos campos e quadras do clube das Laranjeiras, defendendo as cores do Fluminense. O clube obteve sucesso em muitas modalidades, inclusive o livro “Fluminense Football Club – Um Século de Vitrine Esportiva”, do jornalista Ricardo Souza, lista 1 407 títulos do Fluminense no esporte amador até 2002.

Foi no Stand de Tiro do Fluminense, que a equipe olímpica brasileira se preparou para conquistar as primeiras medalhas brasileiras em Olimpíadas, nos Jogos Olímpicos de Verão de 1920, competição na qual os atletas tricolores Guilherme Paraense e Afrânio da Costa conquistaram três medalhas – ouro (Paraense) e prata (Afrânio) individuais, e bronze por equipes.[286][287]

A equipe de polo aquático masculina disputou 104 partidas estaduais, nacionais e internacionais sem derrotas entre 1951 e 1962, a de Basquetebol masculino foi campeã por 8 anos consecutivos entre 1920 e 1927, a de Basquetebol feminino foi campeã brasileira adulta em 1998 sob o comando de Hortência, a equipe de natação masculina foi campeã por 23 anos consecutivos entre 1941 e 1963 e a equipe feminina por 13 entre 1938 e 1950, a equipe de Saltos Ornamentais foi campeã por 13 anos consecutivos entre 1919 e 1931, a equipe de Tiro foi campeã por 7 anos consecutivos entre 1952 e 1958, a de voleibol feminino é hexacampeã sul-Americana, a equipe de Esgrima tem 133 títulos, a de Tênis 145 e a de Tiro ao Alvo 200, entre os números que chamam maior atenção.[288]

Outros esportes

Futebol 7

Ver artigo principal: Fluminense Football Club (futebol 7)

Futebol americano

Ver artigo principal: Fluminense Guerreiros

Futebol de areia

Ver artigo principal: Fluminense Football Club (futebol de areia)

Futsal

Ver artigo principal: Fluminense Football Club (futsal)

Showbol

Ver artigo principal: Fluminense Football Club (showbol)

Projetos sociais e esportivos

Cerimônia de encerramento da Flu Camp 2018

Evento avulso em 2020

Outubro Rosa

Em 1923, Arnaldo Guinle criou o Natal das crianças pobres, que em seu primeiro ano doou brinquedos para mais de 6 000 crianças carentes, começando a partir de então, as ações sociais organizadas do Fluminense Football Club.[289]

Adote um Vencedor

Parceria entre o Fluminense e o Poder Judiciário para incentivar a adoção de jovens com idade entre 7 e 17 anos.[290]

Flu Camp

Meninos e meninas vivem a rotina de um jogador de futebol durante uma semana.

Fluminense Contra o Câncer de Mama

No mês de outubro, durante a campanha Outubro Rosa, o Fluminense promove ações pela conscientização dos cuidados com a doença. Em 2019, o clube e o Instituto Fair Play foram parceiros na promoção contra o câncer de mama no programa “O Futebol Contra o Câncer de Mama – Marque esse Gol!” que teve o objetivo de incentivar a prevenção dessa doença através do diagnóstico e do tratamento precoce.[291]

Já em 2020 e em 2021 o Tricolor lançou uma camisa na cor rosa para chamar a atenção para o problema. O desenho da camisa de 2021 foi desenvolvido com a ideia de que cada diamante representa uma torcedora e todas juntas promovem a força da campanha para que se conscientizem e se previnam contra o câncer de mama.[292][293]

Flu Educação Esportiva

O programa Flu Educação esportiva representa um modelo de desenvolvimento esportivo, sendo implantado em todo o território nacional. Possui, como seu principal alicerce, a defesa de uma política sócio-esportivo, na qual o Fluminense se torna digno representante da cultura do esporte olímpico.

Flu Legends

Projeto de assistência a ex-atletas lançado em 10 de julho de 2022 que contará também com equipe de masters com esse nome como uma das fontes de arrecadação, outra delas através de desconto voluntário de 0,5% dos salários dos jogadores com contrato em vigor.[294]

Fluminense Social

O Fluminense Social faz visitas a instituições carentes além de fazer doações para diversas campanhas. As doações visam a melhorar a vida das pessoas e das comunidades que são visitadas.[295]

Guerreiros Solidários

Ação do Fluminense que visa incentivar a doação de sangue por parte de seus atletas e torcedores.

Projeto Escola de Esporte

Baseado em esporte e educação, propõe a montagem de escolas desportivas para atender todas as classes sociais.

Projeto Flu Performance

Oferece uma continuidade aos prováveis atletas com talentos, proporcionando a consequente seleção e promoção de talentos esportivos, incluindo treinamento diferenciado e torneio preparatório, para ingressarem nas equipes de base do Fluminense Football Club.

Projeto Futebol Evolución Conmebol

Durante a realização da Copa América de 2019, o Estádio de Laranjeiras recebeu o Festival de Futebol Evolución Conmebol, parceria entre a Conmebol, a CBF e o Fluminense, que teve por objetivo fomentar o legado da Copa América no Brasil. O Futebol Evolución Conmebol é um projeto social que reuniu cerca de 200 meninos e meninas, com idades variando entre 9 e 13 anos de idade, que participaram de atividades esportivas e culturais no estádio de na sede do Fluminense.[296]

Michael Johnson Performance

O Fluminense mantém convênio de cooperação com empresa do corredor norte americano quatro vezes campeão olímpico, Michael Johnson, para melhorar a performance de seus jogadores da base.[297]

Principais títulos

Ver artigo principal: Títulos do Fluminense Football Club

Troféus dos quatro Campeonatos Brasileiros e da Copa do Brasil de 2007 conquistados pelo Fluminense

O Fluminense ostenta 63 títulos de campeão oficiais no futebol apenas de seu time principal, excluindo turnos e fases de campeonatos, sendo um título intercontinental, dois títulos continentais, seis títulos nacionais, quatro interestaduais e cinquenta estaduais, sendo os principais a Copa Rio de 1952, a Copa Libertadores da América de 2023 e a Recopa Sul-Americana de 2024. Entre os seus títulos de vice-campeão não listados no quadro abaixo, os de maior destaque são o vice-campeonato da Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2023 e os vice-campeonatos nas duas principais competições continentais, a Copa Libertadores da América de 2008 e a Copa Sul-Americana de 2009. Como campanha destacada ressalta-se também a quarta colocação na Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2025, a melhor colocação de um clube não europeu na competição disputada por 32 clubes de todos os continentes.[298]

Ainda na década de 1920, o Fluminense foi considerado entidade de utilidade pública federal pelo Decreto 5 044, de 28 de outubro de 1926, conforme publicado no Diário Oficial da União (DOU) de 10 de novembro de 1926. Já no Século XXI, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovou em 12 de maio de 2007 o Decreto Oficial que cria o Dia do Fluminense e dos Tricolores, que é comemorado no dia 21 de julho, data de aniversário do clube. No âmbito estadual o Dia do Fluminense é comemorado em 12 de novembro, de acordo com a Lei nº 5 094 de 27 de setembro de 2007,[299] data escolhida para coincidir com a data de aniversário de um dos ídolos tricolores, Assis.[300]

A torcida do Fluminense foi reconhecida como patrimônio imaterial da cidade do Rio de Janeiro pelo decreto nº 35 877 de 5 de julho de 2012, assim como o clássico Fla-Flu, pelo decreto nº 35 878, publicado na mesma data.[301]

Destaca-se, entre as glórias tricolores, a conquista da Taça Olímpica, honraria atribuída pelo Comitê Olímpico Internacional ao Fluminense em 1949, por ter sido o clube então um modelo de organização desportiva para todo o mundo. Somente o Fluminense e o Racing Club de France, este último já no Século XXI, como clubes futebolísticos e polidesportivos, possuem esse título, o que os torna únicos no cenário esportivo mundial neste quesito, dividindo esta honraria com países, federações esportivas e comitês olímpicos, entre outras instituições de destaque no cenário desportivo mundial.[302]

Internacionais
CompetiçãoTítulosTemporadas
Copa Rio11952[303]
Continentais
CompetiçãoTítulosTemporadas
Copa Libertadores da América12023[303]
Recopa Sul-Americana12024[303]
Nacionais
CompetiçãoTítulosTemporadas
Campeonato Brasileiro – Série A41970, 1984, 2010 e 2012[303]
Copa do Brasil12007[303]
Campeonato Brasileiro – Série C11999[304]
Interestaduais
CompetiçãoTítulosTemporadas
Torneio Rio-São Paulo21957 e 1960[303]
Taça Ioduran11919[305]
Estaduais
CompetiçãoTítulosTemporadas
Campeonato Carioca – Série A331906, 1907, 1908, 1909, 1911, 1917, 1918, 1919, 1924, 1936, 1937, 1938, 1940, 1941, 1946, 1951, 1959, 1964, 1969, 1971, 1973, 1975, 1976, 1980, 1983, 1984, 1985, 1995, 2002, 2005, 2012, 2022 e 2023[306]
Copa Rio11998[307]
Torneio Aberto11935[308]
Torneio Municipal21938 e 1948[309]
Taça Oscar Cox11941[310]
Taça Guanabara31966, 1969 e 1971[311]

Notas e referências

Notas

  1. O Jornal do Brasil de 6 de dezembro de 1976 informou que dos 50.000 corintianos estiveram no Rio de Janeiro naquele final de semana. Dos 52 mil ingressos enviados a São Paulo para a torcida do Corinthians, 10.000 foram devolvidos, sendo 700 cadeiras vendidos na hora do jogo.
    1. Publicou O Estado de S. Paulo, de 22 de dezembro de 1970, em sua página 32: “Mais de 130.000 pessoas – 112.403 que pagaram ingressos e mais de 20 mil que entraram de graça – proporcionando a renda recorde de Cr$ 525.419,50, assistiram ao jogo entre Fluminense e Atlético Mineiro…”.
    1. O Jornal do Brasil, de 22 de maio de 1984, informou que no dia do jogo um caminhão da firma que faz a limpeza do estádio colidiu com o muro do Maracanã, derrubando-o, entrando por ali milhares de torcedores sem pagarem por ingressos. No dia 24 de maio, em sua página 24, o JB divulgou que a capacidade do Maracanã nesta época era de 161.428, incluídos 6.983 portadores de cadeiras perpétuas e cativas), vagas nas tribunas, dirigentes e imprensa.
    1. Como o Fluminense e a administração do Maracanã não esperavam uma afluência de público tão grande, mandaram abrir os portões com o jogo iniciado. Algumas estimativas apontaram a possibilidade de 100.000 pessoas terem estado presentes.[186]
    1. Os ingressos disponíveis para venda esgotaram-se em pouco tempo, deixando multidões nas filas em diversos pontos da cidade do Rio de Janeiro sem ingressos.[187]

WIKIPEDIA

Bibliografia

Ver artigo principal: Livro:Fluminense Football Club

Ver artigo principal: Livro:Clássicos do Fluminense Football Club

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  • «Marcos: futebol profissional veio com a 1ª guerra» (PDF). Rio de Janeiro. Correio da Manhã. 15 de agosto de 1967
  • Barros, Rodrigo (2016). Da rebelião à glória: o Fluminense e a conquista da Primeira Liga. Rio de Janeiro: Multifoco
  • Bindi, Luiz Fernando; Júnior, José Renato Sátiro Santiago (2011). Os distintivos de futebol mais curiosos do mundo. São Paulo: Panda Books
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  • Hamilton, Aidam (2001). Um jogo inteiramente diferente. Rio de Janeiro: Gryphus
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  • Netto, Paulo Coelho (2003). História do Fluminense: 1902-2002 2ª ed. Rio de Janeiro: Interciência
  • Pereira, Leonardo Affonso de Miranda (2000). Footballmania. São Paulo: Hucitec
  • Rezende, José (2006). Hei de torcer até morrer. Rio de Janeiro: Edição do autor
  • Ribeiro, Flávia (2013). «O fino das laranjeiras». Revista PLACAR (1375)
  • Rodrigues, Nelson; Filho, Mário (1987). Fla-Flu… E as Multidões Despertaram!. São Paulo: Europa
  • RODRIGUES, Rodolfo; GINI, Paulo Villena (2009). A história das camisas dos 12 maiores times do Brasil. São Paulo: Panda Books
  • Sander, Roberto (2010). Taça de Prata de 1970: O Campeonato Brasileiro mais difícil de todos os tempos, conquistado pelo Fluminense. Rio de Janeiro: Maquinária
  • Simões, Alexandre (2009). O time do meu coração: Fluminense Football Club. Campinas: Leitura
  • Soares, Antonio Jorge (1999). «O racismo no futebol do Rio de Janeiro nos anos 20: uma história de identidade» (PDF). Revista Paulista de Educação Física. 13 (1)
  • Torres, César R. (2012). Jogos Olímpicos Latino-americanos: Rio de Janeiro 1922. São Paulo: Confederação Brasileira de Atletismo
  • Trigo, Sergio (2011). A verdadeira Máquina Tricolor: A história do time que ganhou o Campeonato Brasileiro de 1984 e o tricampeonato carioca de 1983-84-85. Rio de Janeiro: Ventura Editora
  • —————— (2014). Bíblia do Fluminense. Cascais: Prime Books

Maiores e melhores torcedores Tricolores que Baduzinho conheceu:


Nelson Rodrigues – Jornalista, Escritor, Dramaturgo e Torcedor Frasista do Fluminense;

Chico Buarque de Holanda;


Seu Toninho (Antônio de Almeida Santos) – Presidente do E. C. Cocotá. D.E.P.;
Adilson e Gerson Sophia – Primos Amados, tricolores de 7 (sete) costados;
Arnaldo Figueiredo – dos mais ardorosos torcedores do Flu. Defende o Fluminense com o afinco;
Berg – Amigo da Rede Jorge Neves. Defende o Flu com unhas e dentes;
Beto Velho – Amigo da Rede Jorge Neves. Bom e Grande Tricolor;
Carlinhos Portugal – Meu nobre Contador desde sempre. Muito sabe do Fluminense, dos poucos que acompanharam o Flu na 3ª. Divisão (todos os jogos);
Carlos Raphael Portugal – Filho do Carlinhos e profundo conhecedor de Futebol e do Flu;
Chico Magarinos – Amigo da Rede Jorge Barbosa! Tricolor de Qualidade;
Claudia Sophia – Prima. A mais linda Tricolor do Brasil. Claudinha Loren Sophia;

Cristina Rocha – Amiga de Sacra Família, Tricolor de Coração, assim como quase toda a Família Rocha, das mais Lindas que conheci. Cunhado Lucio, bom de bola e também Tricolor;
Denílson – Zagueiro em vários Clubes e Capitão Campeão! Tricolor dos bons;
Dr. Tanagi – D.E.P. Meu dentista e Amigo. Grande tricolor;
Dr. Vitor Nacif – O Flu deve orgulhar-se de um Torcedor tão valoroso;
Filipinho – um dos maiores Líberos do Vôlei do Brasil, jogava um bolão;
Francisco Chico Bigodão – Amigo da Redentor e do Cafezinho da Lagoa, veste a camisa;
Huguinho Amato – Sobrinho Amado, craque no Futsal, veste a camisa aqui e fora;
Joaquim da Padaria – sabe muito de futebol e do Flu, acompanha tudo, sempre no radinho;

Ivan – Primo de Dona Jaïra, o mais tricolor da Família, garantiu a incrível Prima Christe Maria;

Julio Pedro – Irmão do Paulo Cesar do Grupo de Amigos Boa Sorte, que sempre hasteia com orgulho a Bandeira do Flu em dias de jogos;

Maria Elisa Sundin – Prima Querida, Irmã do Primo Arnaldo Paes que garante ser uma grande Torcedora do Flusão, segundo seu Mano (Tricolor Doente). Saudável, decerto!
Raphael Tinoco Coelho – sobrinho Amado, filho do Hebert e da Marcia Tinoco, que seguiu o Tio Sérgio Amato (assim como meu Filho Vitor) na aura de ser Tricolor!
Raphael Tinoco Coelho – sobrinho Amado, filho do Hebert e da Marcia Tinoco, que seguiu o Tio Sérgio Amato (assim como meu Filho Vitor) na aura de ser Tricolor!

Ricardinho – ponta esquerda raiz que junto com Denílson defende o Flu com unhas e dentes;
Ronaldo Vidão – Amigo do coração, Tricolor de Raízes, sabe tudo do Flu;
Serginho Amato – Sobrinho Amado, jogava muito, artilheiro em competições importantes, como a das Favelas, jogou aqui e no exterior;
Sérgio Amato – Sérgio Fenômeno, Cunhado Predileto, entre os mais fervorosos que Baduzinho conhece, mora nas Laranjeiras, joga lá, aliás dá show nas Peladas do Flu;
Sérgio Goston – Amigo e Proprietário de Antiquário nas Laranjeiras. Nobre tricolor;
Sr. Rubens Langer- Amigo dos Sofia Leal de Niterói e Terê, Grande Tricolor que por liderança e exemplo fez os 3 (três) filhos, Maurício, Marcelo e Gustavo também torcedores do Fluzão;
Baduzinho – Tricolor até os 17. Uns dizem que sendo assim nunca foi…, mas foi;
Vitor Leal – semelhantemente ao pai, mas por influência do Tio Sérgio Amato: até quando foi jogar Basquete no Botafogo quando deixou de torcer.

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