EXXXTÓRIAXXX DO BADUZINHO ZÉ JULINHO – 14
Verídica: Baduzinho por ele mesmo: de seu antigo site em 2009
Nasceu pelado, gordinho e simpático (disseram-lhe).
Nasceu em Itajubá, Minas Gerais, Brasil.
Em 13 de abril de 1951, às 19h55, na Maternidade Xavier Lisbôa. Está escrito na Certidão: Sexo Masculino.
Diz a lenda que quando o Médico deu a célebre palmada para o primeiro choro, Baduzinho riu, feliz de vir ao Mundo. Grato a Deus e aos Pais.
Veio para o Rio aos 2 anos de idade, morou em Vaz Lobo e Madureira (Carolina Machado 516 – a Vila do Bicho do Natal), onde aprendeu de um tudo, infância rica de bola, futebol, pipa, bola de gude, rodar pião, corda, piques, pau de sebo, arco e flecha (a vizinha Índia Iara trazia quando voltava da visita à sua Tribo), carnaval, pegar carona no bonde, moer vido pra cerol na linha do bonde e do trem, pera-uva-maçã, Cosme e Damião, jogou no Imperial B.C., et catera.
Mudou para a Ilha no início da juventude, onde jogou futebol e todos os esportes no E.C. Cocotá, curtia as praias (Cocotá-Castelinho da Ilha, Bandeira, Zumbi, Jardim Guanabara), andava de bicicleta num Rio sem trânsito e sem perigos maiores, nadava até as ilhas próximas (salvou um famoso Amigo), pegava bonde saltando até de costas-discostas (dizia o Amigo Pretinho), andou de patins e patinete, recreava as crianças da Praia da Bandeira – algumas aprendendo a nadar – até uma campeã sul-americana (Sunny), saltava de peixinho da rua para – a afastada do paredão – água da Praia da Bandeira, da cabeça da Onça no Bananal, do cais da Ribeira, pescava de vara, de puçá e de arrastão (um enorme, do Miguito, chamado Maracanã, 5 de cada lado pra puxar), viu pescaria de bomba, andava de carrinho de rolimã, aprendeu a dirigir e tirou a carteira há 40 anos (55 anos – agora em 2026), Campeão carioca do Departamento Autônomo de Acesso (69), Vice da Primeira Divisão em 1970 (tempo de Nacional, Pavunense, Carioca, Oriente, Ramos, Municipal) e em que o Brasil ganhou a Copa do Mundo, fez faculdade de Educação Física e se especializou em Técnico de Futebol (Treinador), Técnico Campeão Carioca Infanto em 73, melhor Treinador do DA naquele ano, Grandes Clubes, CBF, Exterior, casado (viúvo 3 de julho de 2014) com Sônia Cristina, pai de Julio Neto, Vitor Leal, e Eek The Dog (Poodle que viveu por 20 anos e 9 dias), Avô de seus Amores e Netos Eduardo (7 anos – 8 em 2026) e Bruno (5 – 6 em 2026), realizou o sonho de morar em Ipanema, Rua Redentor, mar – o mar, praia – a praia, vôlei de praia, caminhadas, corridas na Orla e Lagoa, chopinho, teatro, cinema, foi ao Espiritismo pela Prima Elza Salek e Plano Espiritual (o homônimo Trisavô que foi o 4º Presidente da FEB, sucedeu-o Dr. Bezerra de Menezes) – Ama Chico Xavier.
Teve altos e baixos, nasceu pelado e tá vestido, nasceu zerado e zerado no momento está, mas vai mudar de novo, tudo passa – muitos amigos (o bem maior) no Mundo todo, culturas diversas, lugares inesquecíveis (Suíça, Itália, Grécia, Fernando de Noronha, Angra – Senna também gostava), Búzios da Bardot (que gostava tanto quanto Baduzinho, onde parece ter vivido em outra encarnação, mas igual ao Rio, “no where”, já foi mais bonito, hoje todo pichado, os subúrbios caídos, os morros pelados e tomados pelo tráfico, cariocas iguais aos antigos paulistas – que sem pau são listas e sem lista, pau – com cifrões na testa, tudo por conta de governantes – com g “miniminúsculo – que não deixavam policiais subirem os morros, chefes de trânsito que nada resolvem, toda sorte de polícia que não policia – nunca de prontidão, procrastinam os deveres, não agem preventivamente, justiça… cáspite, políticos que enriquecem em vez de enriquecerem o cidadão e o Estado, que não abrem as contas, que não podem ser julgados, de eleitores que vendiam votos por dentadura, pé de calçado – agora vales, cidadão, escola, gás, bolsa família, et catera. não dão a vara e nem ensinam o pobre a pescar, dão o pescado ou a abóbora que sobra…, ainda Cidade Maravilhosa, barulhosa, tal qual a pizza que até quando está ruim tá boa, mas até quando? Evolução…
Ao pó voltará, quando a hora chegar, até lá é da paz, e por ela lutará como lutou contra as ditaduras e o governo militar – liberdade, o bem maior – que por sua vez derrubou a tentativa comunista – comunismo que foi ruindo um a um no mundo todo, e que agora está no poder, dizendo crer em Deus – nunca acreditaram, em igualdade – estão ricos/povo miserável, vários saíram do governo com mãos e mentes sujas, mas atuam nos porões. Pagarão.
Sente-se apenas um grãozinho de areia num oceano, num deserto, mas único, e do bem!
P.S. – Baduzinho por causa do avô materno, Badu, português, açougueiro em Madureira, jogador de futebol do Vasco e América e Árbitro de Futebol.
P.S. 2 – Julinho porque o Pai era Julio, daí Julinho usado por muitos. Poucos têm tantos apelidos.
P.S. 3 – Zé porque sendo um dos 3 Julio (dos 6 que já existiram), a Avó Paterna Lygia chamava seu marido de Julinho, o filho (pai do Baduzinho) de Julico e o neto de Jucezinho (o mano mais novo, Jairo não conseguia falar aquele apelido e sincopou: Zé. Por muitos, inclusive a Amada, Sônia, hoje Estrelinha no Céu a uma grosa de meses.
P.S. 4 -parabéns à Seleção Brasileira pela classificação à próxima fase do Mundial(16).
P.S. 5 – Parabéns à Seleção Sul Africana pela primeira classificação à segunda fase da Copa do Mundo.
By Jucele
Julio Leal
Treinador Bicampeão Sul americano (U.17 e U.20) e Campeão Mundial U. 20 em1993 na Austrália
Revisto em 24 de junho de 2026