Julho de 1981.
Minha Flavinha,
Não é poesia, não são rimas, não são versos, são palavras muito simples
ditadas pelo meu coração,
Tia Jenny
Hoje lá no céu é dia,
de muita festa e alegria!
Vó Edith e Vô Raphael
ao verem esta caixinha
com todas essas pecinhas
surpreendentes e felizes
vão pensar chegada a hora
de fazer teu casamento!
Vamos falar bem baixinho,
não deixemos que eles escutem
pra festa não acabar:
– São pequenas lembrancinhas
feitas com amor e carinho
para o teu futuro lar.
Acho certa essa maneira
de me fazer estimada.
Ser sempre e sempre lembrada!
Ser amada toda a vida
Mesmo depois da morte!
Um beijão grandão da tia,
Jenny

Jenny Spinola Motta
“Mensagens de uma Vó Poeta”
Dezembro – 1981
Com consentimento da Prima Querida, Marília
By Jucele
Julio Leal
2020
Conforme escrito na Ortografia da época!
Mensagem 19, página 23
Legal. Valeu.
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Como tinha sensibilidade e Amor no coração! Bj
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Era uma avó poeta, sem dúvida, porém, sobretudo, era um coração que se derramava em carinho puro e vivo! Sorriso inesquecível!
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Querida Hortensia, que saudade, tanto tempo… Mamãe que gostava muito de Você, eu também gosto, embora a vida cigana tenha nos afastado fisicamente, não amorosamente. Obrigado por comentar neste humilde site, reforçando a impressão que tentamos passar da Amantíssima Tia Jenny, outra que Dona Jaira (com trema) tanto respeitava. Sorriso franco, lindo, arrebatador… risada gostosa quando contava e ouvia piadas! Beijo grande, muito grande e saudoso!
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Muito bom. Valeu.
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Marília mandou para a Hortensia, mãe da Flavinha… bj
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