FUTEBOL ARTE E OFÍCIO, ÚLTIMA PARTE – DA ARTE: CALENDÁRIO

CAPÍTULO V DO CALENDÁRIO     Por falar em criatividade, vale abordar a questão calendário, tendão-de-Aquiles do nosso Futebol, alvo permanente de muita discussão e de severas críticas. Teceremos, então, algumas considerações que julgamos de valia para os responsáveis por sua elaboração, com a devida vênia.     O Calendário deve ser uno, de nível nacional, embora…

FUTEBOL ARTE E OFÍCIO – DA ARTE CAPÍTULO IV – PRINCÍPIOS DE ATAQUE E DEFESA

 CAPÍTULO IV PRINCÍPIOS DE DEFESA     Defender é a arte de fechar espaços, diríamos sem receio de errar.     O maior ou menor êxito na missão de defender depende de que certos princípios básicos sejam seguidos. Os jogadores, de modo geral, seguem por instinto, intuitivamente, tais princípios. Contudo, para segui-los corretamente, sempre que a oportunidade…

FUTEBOL ARTE E OFÍCIO: DA ARTE – MARCAÇÃO

CAPÍTULO III DA MARCAÇÃO     DEFINIÇÃO GENÉRICA: Ato ou efeito de marcar. Posicionamento do jogador ou do time em campo entre o marcado e o meio da linha de gol, tão perto quanto possível, com o objetivo de impedir que os adversários joguem livremente.     Marcar é diferente de desarmar.     Desarmar é o ato…

SISTEMA DE JOGO: A partir de G – 4 – 2 – 4 (1958)

CONTINUAÇÃO DE SISTEMAS DE JOGO A PARTIR DO G – 4 – 2 – 4 (1958) A esse tempo, já competíamos regularmente no nível internacional e nossos craques começavam a despontar no cenário mundial, alguns deles indo atuar no exterior.     A característica do meia avançado do Flamengo, Leônidas da Silva, o “Homem de Borracha”,…

FUTEBOL ARTE E OFÍCIO: EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS

EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS     Por volta de 1860, já se contavam 11 (onze) jogadores, sendo um o goleiro e os demais distribuídos como: um “back” (recuado ou defensor), um “half” (meio-campista) e oito “forwards” (avantes ou atacantes), num esboço de Sistema que se pode enunciar como G (goleiro) – 1 – 1 – 8, ou…

CAPITULO II: SISTEMA DE JOGO

CAPÍTULO II SISTEMA DE JOGO     Entende-se por sistema de jogo a distribuição dos jogadores de um time em campo, em estrutura organizada, coordenados e unidos por princípio de interdependência, com funções definidas que se complementam e que se movimentam, visando, com o menor esforço possível, alcançar a melhor produção e resultado.     Todo sistema,…

FUTEBOL ARTE E OFÍCIO: PREÂMBULO – Julio Leal

FUTEBOL JOGO BONITO     PREÂMBULO:     Daria o pontapé inicial a este meu primeiro escrito, como usual em qualquer obra, definindo o seu objeto: futebol jogo bonito e apaixonante, no qual dois grupos de 11 (onze) pessoas, denominados times ou equipes disputam uma bola de couro …. No entanto, o Insigne Mestre Aurélio, no seu…

Futebol Arte e Oficio: Prefácio do Mestre Carlos Alberto Parreira

PREFÁCIO      Tudo na vida tem a sua primeira vez e por isso confesso que a princípio me surpreendi e me senti honrado com o convite para prefaciar o livro do meu amigo Julio Cesar Leal, por quem tenho grande admiração.      Sendo esta a minha primeira experiência, apresentar um livro sobre essa paixão que…