PREPARAÇÃO DO GOLEIRO Dada a especificidade da função, a partir da própria Lei do Jogo que, em 1871, criou o Goleiro, a quem era dada a oportunidade de usar as mãos para pegar a bola, o trabalho de preparação passou por duas fases. Primeiro, cabia aos preparadores físicos, ou aos auxiliares técnicos, o treinamento…
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PREPARAÇÃO FÍSICA: DO OFÍCIO; CAPÍTULO VI; FUTEBOL ARTE E OFÍCIO
PREPARAÇÃO FÍSICA A Preparação Física tem por objetivo o aperfeiçoamento das Qualidades Físicas Gerais utilizadas no Futebol, bem como as específicas para o exercício de cada função. Dever de ofício, direcionar o trabalho pelas fases de preparação, cientificamente reconhecidas, até o ÁPICE da forma, a ser atingido no momento azado, de acordo com a estratégia…
FUTEBOL ARTE E OFÍCIO: SEGUNDA PARTE – DO OFÍCIO
SEGUNDA PARTE – DO OFÍCIO CAPÍTULO VI MÉTODO DO TREINAMENTO Por método entendemos o conjunto de atividades e procedimentos utilizados para alcançar os objetivos propostos. No Futebol, são inúmeros os meios e procedimentos utilizados, por não haver uma metodologia geral que, pela prática, levasse a um único método mais adequado à nossa realidade. O desenvolvimento…
FUTEBOL ARTE E OFÍCIO, ÚLTIMA PARTE – DA ARTE: CALENDÁRIO
CAPÍTULO V DO CALENDÁRIO Por falar em criatividade, vale abordar a questão calendário, tendão-de-Aquiles do nosso Futebol, alvo permanente de muita discussão e de severas críticas. Teceremos, então, algumas considerações que julgamos de valia para os responsáveis por sua elaboração, com a devida vênia. O Calendário deve ser uno, de nível nacional, embora…
FUTEBOL ARTE E OFÍCIO: DA ARTE – MARCAÇÃO
CAPÍTULO III DA MARCAÇÃO DEFINIÇÃO GENÉRICA: Ato ou efeito de marcar. Posicionamento do jogador ou do time em campo entre o marcado e o meio da linha de gol, tão perto quanto possível, com o objetivo de impedir que os adversários joguem livremente. Marcar é diferente de desarmar. Desarmar é o ato…
SISTEMA DE JOGO: A partir de G – 4 – 2 – 4 (1958)
CONTINUAÇÃO DE SISTEMAS DE JOGO A PARTIR DO G – 4 – 2 – 4 (1958) A esse tempo, já competíamos regularmente no nível internacional e nossos craques começavam a despontar no cenário mundial, alguns deles indo atuar no exterior. A característica do meia avançado do Flamengo, Leônidas da Silva, o “Homem de Borracha”,…
FUTEBOL ARTE E OFÍCIO: EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS
EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS Por volta de 1860, já se contavam 11 (onze) jogadores, sendo um o goleiro e os demais distribuídos como: um “back” (recuado ou defensor), um “half” (meio-campista) e oito “forwards” (avantes ou atacantes), num esboço de Sistema que se pode enunciar como G (goleiro) – 1 – 1 – 8, ou…
FUTEBOL ARTE E OFÍCIO: PRIMEIRA PARTE, DA ARTE.
PRIMEIRA PARTE – DA ARTE CAPÍTULO I HISTÓRICO DO FUTEBOL Historiadores, na busca da origem do Futebol, mencionam jogos com bola de bambu nos quais se usavam pés e mãos desde 5 mil anos a. C., na China, e 4500 a. C., no Japão, portanto há mais de 7 mil anos. Durante o…
Futebol Arte e Oficio: Prefácio do Mestre Carlos Alberto Parreira
PREFÁCIO Tudo na vida tem a sua primeira vez e por isso confesso que a princípio me surpreendi e me senti honrado com o convite para prefaciar o livro do meu amigo Julio Cesar Leal, por quem tenho grande admiração. Sendo esta a minha primeira experiência, apresentar um livro sobre essa paixão que…
PRELEÇÃO: EXEMPLO REAL
PRELEÇÃO CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO FLAMENGO X Volta Redonda DATA: 20 de janeiro de 2005 OBJETIVO GERAL: Vencer o Campeonato Estadual, a Copa do Brasil e o BrasIleiro OBJETIVO ESPECIAL: Vencer o Torneio Internacional. Matar 1 leão por dia. Focar! VENCER, VENCER E VENCER! CARACTERÍSTICAS DO JOGO: DECISIVO, FINAL, com direito a Taça….