CAPÍTULO VIII PLANEJAMENTO DO TREINAMENTO JUCELE FUTEBOL CLUBE CATEGORIA PRINCIPAL (OU DE BASE) Este planejamento tem por fim determinar os trabalhos que devem ser realizados durante a temporada, para que sejam alcançados os objetivos e as metas estabelecidas no Programa Geral de Trabalho. É um Plano de Treinamento que considera a temporada e…
Categoria: EBOOK FUTEBOL
CAPÍTULO VII – PROGRAMA GERAL DE FUTEBOL – DO OFÍCIO – LIVRO FUTEBOL ARTE E OFÍCIO
CAPÍTULO VII PROGRAMA GERAL DE FUTEBOL Programa Geral de Futebol é o planejamento que o Treinador e sua Comissão Técnica elaboram, estabelecendo todos os objetivos e metas a alcançar no decorrer do trabalho, numa temporada ou competição. No Programa, o Treinador define, de forma bem simples e clara, objetivos gerais e especiais, bem…
PREPARAÇÃO DO GOLEIRO: DO OFÍCIO – FUTEBOL ARTE E OFÍCIO – CAPÍTULO VI
PREPARAÇÃO DO GOLEIRO Dada a especificidade da função, a partir da própria Lei do Jogo que, em 1871, criou o Goleiro, a quem era dada a oportunidade de usar as mãos para pegar a bola, o trabalho de preparação passou por duas fases. Primeiro, cabia aos preparadores físicos, ou aos auxiliares técnicos, o treinamento…
PREPARAÇÃO FÍSICA: DO OFÍCIO; CAPÍTULO VI; FUTEBOL ARTE E OFÍCIO
PREPARAÇÃO FÍSICA A Preparação Física tem por objetivo o aperfeiçoamento das Qualidades Físicas Gerais utilizadas no Futebol, bem como as específicas para o exercício de cada função. Dever de ofício, direcionar o trabalho pelas fases de preparação, cientificamente reconhecidas, até o ÁPICE da forma, a ser atingido no momento azado, de acordo com a estratégia…
FUTEBOL ARTE E OFÍCIO: SEGUNDA PARTE – DO OFÍCIO
SEGUNDA PARTE – DO OFÍCIO CAPÍTULO VI MÉTODO DO TREINAMENTO Por método entendemos o conjunto de atividades e procedimentos utilizados para alcançar os objetivos propostos. No Futebol, são inúmeros os meios e procedimentos utilizados, por não haver uma metodologia geral que, pela prática, levasse a um único método mais adequado à nossa realidade. O desenvolvimento…
FUTEBOL ARTE E OFÍCIO, ÚLTIMA PARTE – DA ARTE: CALENDÁRIO
CAPÍTULO V DO CALENDÁRIO Por falar em criatividade, vale abordar a questão calendário, tendão-de-Aquiles do nosso Futebol, alvo permanente de muita discussão e de severas críticas. Teceremos, então, algumas considerações que julgamos de valia para os responsáveis por sua elaboração, com a devida vênia. O Calendário deve ser uno, de nível nacional, embora…
FUTEBOL ARTE E OFÍCIO – DA ARTE CAPÍTULO IV – PRINCÍPIOS DE ATAQUE E DEFESA
CAPÍTULO IV PRINCÍPIOS DE DEFESA Defender é a arte de fechar espaços, diríamos sem receio de errar. O maior ou menor êxito na missão de defender depende de que certos princípios básicos sejam seguidos. Os jogadores, de modo geral, seguem por instinto, intuitivamente, tais princípios. Contudo, para segui-los corretamente, sempre que a oportunidade…
FUTEBOL ARTE E OFÍCIO: DA ARTE – MARCAÇÃO
CAPÍTULO III DA MARCAÇÃO DEFINIÇÃO GENÉRICA: Ato ou efeito de marcar. Posicionamento do jogador ou do time em campo entre o marcado e o meio da linha de gol, tão perto quanto possível, com o objetivo de impedir que os adversários joguem livremente. Marcar é diferente de desarmar. Desarmar é o ato…
SISTEMA DE JOGO: A partir de G – 4 – 2 – 4 (1958)
CONTINUAÇÃO DE SISTEMAS DE JOGO A PARTIR DO G – 4 – 2 – 4 (1958) A esse tempo, já competíamos regularmente no nível internacional e nossos craques começavam a despontar no cenário mundial, alguns deles indo atuar no exterior. A característica do meia avançado do Flamengo, Leônidas da Silva, o “Homem de Borracha”,…
FUTEBOL ARTE E OFÍCIO: EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS
EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS Por volta de 1860, já se contavam 11 (onze) jogadores, sendo um o goleiro e os demais distribuídos como: um “back” (recuado ou defensor), um “half” (meio-campista) e oito “forwards” (avantes ou atacantes), num esboço de Sistema que se pode enunciar como G (goleiro) – 1 – 1 – 8, ou…