Cestas Sagradas de Phil Jackson: pinçadas por Jairo Leal

DROPS DO LIVRO DE PHIL JACKSON

COPILADO POR JAIRO LEAL

  • VENCER significa abrir mão de algo pequeno para si, em prol da vitória do time.
  • A VITÓRIA exige uma estratégia tanto em campo quanto fora dela.
  • TODOS os jogadores devem trabalhar juntos em direção à mesma meta, sacrificando-se individualmente pela excelência do time.
  • Grande jogador é aquele que pega o pior jogador do time e o torna bom.
  • Forte movimentação da bola, defesa agressiva, procurar sempre o jogador sem marcação, e utilizar bem as fraquezas do inimigo, tanto no ataque como na defesa.
  • A IMPORTÂNCIA da defesa agressiva e do fundamento do passe.
  • A VITÓRIA é uma coisa efêmera. Ela é doce, mas não torna necessariamente a vida mais fácil na próxima temporada, nem no dia seguinte. É preciso retornar ao campo de batalha e começar tudo de novo.
  • No Futebol, como na vida, a verdadeira alegria vem de estar inteiramente presente a cada instante, em todos os momentos.
  • Construir um time que misture talento individual com uma elevada consciência de grupo.
  • Triângulo ofensivo, um sistema que enfatiza cooperação e liberdade.
  • Aprendi que a forma mais eficaz de forjar um time vencedor é conseguir que os jogadores façam contato com algo maior do que eles mesmos.
  • Exige que os indivíduos envolvidos abram mão de seu auto interesse em prol do bem maior, para que o todo possa ser mais do que a soma das partes.
  • A ausência de egoísmo é a alma do trabalho de equipe.
  • A maioria dos times tem camaradas que querem ganhar, mas que não estão dispostos a fazer o que é preciso. E o que é preciso é dar de si para o time, e fazer a sua parte. Isto pode não satisfazer a pessoa, mas é necessário, porque quando se faz, você vence.
  • Descobrir o não egoísmo na competição.
  • Expandir suas mentes e abraçar uma visão na qual o imperativo do grupo tem precedência sobre a glória individual, e onde o sucesso é obtido porque todos estão despertos, focados e sintonizados uns com os outros.
  • Truque é experimentar cada momento com uma mente clara e um coração aberto. Quando você faz isso, o jogo – e a vida – tomam conta de si mesmos.
  • A FORÇA DA MATILHA ESTÁ NO LOBO E A FORÇA DO LOBO ESTÁ NA MATILHA.
  • Futebol é um esporte que precisa da interligação sutil de seus jogadores quando estão a toda velocidade, pensando e correndo como uma só pessoa. Para fazer isso bem, eles precisam confiar uns nos outros visceralmente, e saber por instinto de que forma cada um vai responder a situações de pressão. Um jogador excepcional pode fazer sozinho um tanto, e não mais – não importa quão espetaculares sejam suas jogadas individuais. Se estiver psicologicamente fora de sintonia com os outros jogadores, o time nunca atingirá a harmonia necessária para ganhar um campeonato.
  • Atuações individuais brilhantes não fazem grandes times, mas sim a energia liberada quando os jogadores colocam seus egos de lado e trabalham pelo bem comum.
  • Times bons tornam-se ótimos quando seus membros confiam uns nos outros o suficiente para trocar o ”EU” pelo ”NÓS”.
  • UM GRANDE TIME TEM QUE CONFIAR.  
  • Não deixe que a raiva anuvie sua mente.
  • A atenção é tudo.
  • A defesa, pura e simples, não só ganha jogos importantes como também, e melhor ainda, força os jogadores a desenvolver solidariedade com o time.
  • Na defesa todos têm a mesma missão, parar o inimigo e ninguém pode fazer isso sozinho.
  • PODER DO NÓS É MAIOR QUE O PODER DO EU.
  • Tudo se baseia na mente, é conduzido pela mente, é formado pela mente. Se você falar e agir com uma mente poluída, o sofrimento o seguirá como um carro de boi segue os passos do boi. Mas se você falar e agir com uma mente pura, a felicidade o seguirá da mesma forma que a sombra segue a forma.
  • Amor é uma força que tudo conquista. Aprecie a importância de jogar com um coração aberto. O amor é a força que acende a luz do espírito e une os integrantes de um time.                              
  • A estratégia é importante. Mas depois que o trabalho mental foi feito, chega um momento em que é preciso mergulhar na ação, e colocar o seu coração no jogo. Isto significa não apenas ser corajoso, mas também ser compassivo consigo mesmo, com seus companheiros e seus adversários.
  • A compaixão dos jogadores uns pelos outros, permite que os atletas mantenham um alto nível de excelência.
  • A meta deve ser a de encontrar uma estrutura que dê poder a todos no time, não apenas às estrelas, e que permita aos jogadores crescerem como indivíduos enquanto se entregam ao esforço grupal.
  • A chave para o treinador é conseguir impedir que os jogadores reservas se unam para envenenar as mentes do time inteiro.
  • É importante inspirar os jogadores a terem um compromisso com o esforço conjunto, mesmo que tudo o mais os esteja empurrando em outra direção.
  • Aprendi que uma das mais importantes qualidades de um líder é ouvir sem julgar, ou seja, o que os budistas chamam de ATENÇÃO PLENA.
  • Quando se está realmente presente, com uma atenção imparcial e aberta, consegue-se entender muito melhor as preocupações dos jogadores, do que quando se tenta impor sua própria lista pessoal. Paradoxalmente quando se recua e apenas se escuta, se consegue resultados melhores no campo.
  • Líder sábio serve a todos: é receptivo, flexível, e um seguidor. A vibração dos membros do grupo domina e conduz, enquanto o líder a segue. Mas em pouco tempo, é a consciência dos membros do grupo que é transformada. É tarefa do líder prestar atenção ao processo que ocorre com os membros do grupo; é necessidade de o membro do grupo ser aceito e ouvido com atenção. Os dois obtêm o que precisam, se o líder tiver a sabedoria de servir e seguir.
  • Um técnico pode fazer apenas um tanto para influenciar o resultado do jogo. Se alguém fizer força demais para controlar os acontecimentos, a resistência cresce e a realidade lhe cospe na cara.
  • ZEN diz que o espaço entre aceitar as coisas como elas são, e se desejar que elas sejam de outra maneira, é “a diferença de um décimo de polegada entre o céu e o inferno.”
  • Se ficamos com raiva e resistimos, nossas mentes cheias de medo e raiva não conseguem se aquietar suficientemente para nos permitir reagir da forma mais benéfica para nós e para os outros.
  • Na confusão, ache a simplicidade; na discórdia, ache a harmonia; no meio da dificuldade, está a oportunidade.   (Albert Einstein).
  • É preciso abandonar a necessidade compulsiva de ordem, e aprender a permanecer centrado quando tudo ao seu redor parecer totalmente fora de controle. 
  • A primeira lei de liderança é: Acima de tudo, confie nas suas sensações viscerais.
  • Depois que fizer o que achava que tinha que fazer, tem que sustentar sua decisão e viver com as consequências, porque sua lealdade número um é com o time.
  • As pessoas podem ser motivadas por medo ou ganância, mas também por amor.
  • Os jogadores vivem para os momentos em que podem mergulhar completamente na ação e experimentar o puro prazer da competição, esquecendo-se de si mesmos. Um dos principais trabalhos do técnico é despertar este sentimento.
  • A cultura do futebol é impregnada de ego, e a sociedade em geral luta contra o cultivo da ação não egoísta, mesmo no caso de um membro de um time, cujo sucesso individual depende diretamente da atuação do grupo. Nossa sociedade dá importância tão exagerada à conquista individual, que os jogadores ficam facilmente cegos com sua própria importância, perdendo o sentido de conexão, que é a essência do trabalho em equipe.
  • Com tanta gente lhes dizendo que são maravilhosos, é bem difícil para os técnicos, e em alguns casos, impossível, conseguir que os jogadores deixem seus egos inflados de fora quando entram na porta do clube.
  • Buscar um sistema que nos ajude a desfazer este condicionamento, oferecendo aos jogadores a oportunidade de praticar um jogo de alto nível, ao invés de apenas servir ao seu auto interesse. Os princípios do sistema são o código de honra pelo qual todos no time têm que viver.
  • A relação entre o técnico e os jogadores é muitas vezes recheada de tensão, porque o técnico está sempre criticando a atuação de cada jogador, e tentando fazê-lo mudar de comportamento.
  • Trabalhar com um código de regras claramente definidas reduz em muito o conflito, porque despersonaliza a crítica.
  • A parte mais importante do trabalho acontece nos treinos, não durante os jogos. Depois de um certo ponto, você tem que confiar que os jogadores vão traduzir nos jogos aquilo que aprenderam nos treinos. Depois que os jogadores dominaram o sistema, surge inevitavelmente uma poderosa inteligência de grupo, que é maior do que as ideias do técnico ou de qualquer outro indivíduo no time. Quando uma equipe chega a este ponto, o técnico pode então relaxar, e deixar que o próprio jogo “motive” os jogadores. Não é mais necessário ficar fazendo aqueles discursos destinados a despertar a vontade de vencer, só precisa soltá-los para o jogo, e deixar que mergulhem na ação.
  • Cada jogo é uma charada que tem que ser resolvida, e não existem respostas no manual. Os jogadores, em geral, conhecem o problema melhor do que a equipe técnica, porque estão no meio dos acontecimentos e podem sentir intuitivamente as forças e as fraquezas dos adversários. Dar aos jogadores a liberdade de descobrir o que funcionava e o que não funcionava.
  • Estar sintonizado com o que acontece na quadra, e fluir junto com a ação, é muito mais importante do que tentar ser herói. – Não force, deixe acontecer com quem estiver livre.
  • Um guerreiro não tenta aparecer mais que colegas; ele tenta agir de forma corajosa e honrosa, ajudar o grupo da forma que puder, para que o grupo cumpra a sua missão.
  • Acalmar a infindável corrente de pensamentos, para que o corpo possa fazer instintivamente o que foi treinado para fazer, sem a mente atrapalhar.
  • Paz mental produz valores corretos, valores corretos produzem pensamentos corretos. Pensamentos corretos produzem ações corretas, e ações corretas produzem um tipo de trabalho que será um reflexo concreto, para os outros, da serenidade que está no centro de tudo.
  • A prática meditativa nos ensina a encontrar o ponto de quietude dentro de nós, o que nos permite discutir acaloradamente com alguém sem ser dominado pela raiva.
  • Desapego emocional para ver o jogo sob outra perspectiva.
  • A raiva é aquela agitação que inunda a mente grupal e impede os jogadores de permanecerem realmente atentos. A raiva é um ramo, o ódio é a árvore. Raiva produz mais raiva, e alimenta a violência.A linha divisória entre jogar forte e jogar com raiva.
  • Quando algo errado acontece, sugere-se um passo atrás, uma inspiração profunda, e permanecer tão calmo quanto possível, sem deixar que a mente se afaste da meta: a vitória.
  • Não é necessário usar a força quando se pode usar a inteligência.
  • A atuação individual é importante, mas precisa estar integrada em um contexto mais amplo.
  • Não ficar muito empolgado com as vitórias nem muito deprimidos com as derrotas.
  • Tratar a todos com o mesmo cuidado e respeito que dedica a si mesmo- e também tentar entender a realidade dos outros, sem julgamento.
  • O sucesso faz o nós voltar a ser eu. Todos querem o crédito pela vitória. Ser babá de egos frágeis.
  • Vocês não estão fazendo isso por dinheiro. Pode parecer assim, mas o dinheiro é apenas uma recompensa externa. Vocês estão fazendo tudo pela recompensa interna, pelo amor ao jogo e também pelos companheiros.                                                                 
  • Você pode sonhar tudo o que quiser, mas no final tem que trabalhar com o que tem em mãos. Caso contrário, está perdendo seu tempo.
  • Estar sintonizado com o que acontece no campo, e fluir junto com a ação, é muito mais importante do que tentar ser herói.
  • Encontrar o ponto de quietude dentro de si, o que permitirá discutir acaloradamente com alguém sem ser dominado pela raiva.     
  • Atenção é tudo.
  • Se puder passar vinte ou trinta minutos antes do jogo visualizando o que vai acontecer, será capaz de reagir sem pensar, porque já terá visto a situação em sua mente.
  • Um ponto forte do técnico é a habilidade de achar formas para neutralizar os esquemas do ataque dos adversários.
  • Antes de cada jogo, procurar fazer a visualização em casa, para preparar a mente e fazer ajustes de última hora.
  • É preciso mais desapego emocional para ver o jogo sob outra perspectiva.
  • As únicas pessoas que contam são as que fazem parte do círculo interno do time, fora isso, todas as outras pessoas são “de fora”.
  • Procurar manter a santidade do grupo. Não repetir para imprensa tudo o que se faz. Para existir a confiança, os jogadores têm que saber que podem ser francos e abertos uns com os outros, sem verem suas palavras no jornal do dia seguinte.

Do Livro de Phil Jackson

Pinçado por Jairo Leal

By Jucele

FIM

Por Julio Leal:

Como eu gostaria de haver escrito isso!

Endosso, humildemente!

A quem leu: parabéns!!

Quem não leu: leia! Embora antigo, muito útil!!!

Phil: Ser humano fora de série. Treinador Genial!!!!

3 comentários Adicione o seu

  1. Avatar de jlcleal jlcleal disse:

    Parabéns. Excelente. Que possa ser útil para alguém. Valeu.

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    1. Avatar de Julio Cesar Leal Julio Cesar Leal disse:

      Quem não gostaria de haver lido isso e o livro quando jovem Treinador….? Obrigado! No seu não achei erros, vou checar aqui agora… bj

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    2. Avatar de Julio Cesar Leal Julio Cesar Leal disse:

      Correções feitas!

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