A ARTE DE LIDAR SEGUNDO AS MULHERES – PEÇA MARAVILHOSA

Texto e Direção: Manoel Prazeres

Descrição

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres é uma peça de teatro, escrita e dirigida por

Manoel Prazeres e com preparação de elenco de Helena Varvaki.

O objetivo principal deste projeto é representar experiências que revelem e

problematizem o lugar da liberdade na vida de mulheres contemporâneas, que ao

realizarem boa parte do ideal feminista construído pelas gerações anteriores, veem

diante de si desafios surpreendentemente “novos”. E isso as faz entender que a vida

exige delas não uma arte da guerra, mas uma arte de lidar. Descobre-se ainda que

esta arte é – para além das divisões de gênero – preponderantemente feminina, e

por isso o mito em torno de Leila Diniz, modelo de liberdade e feminilidade, serviu

como inspiração ao projeto; afinal, essa mulher-artista foi capaz não somente de

vivenciar a liberdade, mas de lidar com o imenso trabalho que ela suscita.

A personagem Leila Diniz não está presente no texto, mas algumas de suas

características e comportamentos mais relevantes estão. Para encenarmos estas

questões, colocamos quatro atrizes em cena. O cenário, um apartamento, guarda a

intimidade das vozes que o preenchem: cariocas, contemporâneas, femininas. No

Centro do tablado destacam-se uma mesa e quatro cadeiras, ocupadas inicialmente

por três mulheres e um colóquio familiar. Um dos lugares permanece vazio. O pai

não está presente: esta é uma família de mulheres. A lenda construída em torno de

Leila Diniz unifica seu discurso, justificando sua união e qualificando como heroico

o esforço de emancipação que as tornou independentes não apenas do pai, mas da

assistência ou proteção de qualquer outro homem. Consideram-se emancipadas.

Em dado momento, a ordem familiar é perturbada pelo surgimento de uma quarta

personagem. A partir daí as conversas em família tornam-se mais densas, menos

femininas, mais humanas. A quarta cadeira está agora ocupada, desafiando a arte

das mulheres em lidar consigo mesmas e com todos os homens do mundo.

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Sinopse

Joana, 48 anos, vive em Ipanema com suas duas filhas: Flora, 30 anos, e Tereza,

28 anos. A vida das três mulheres está perfeitamente organizada sem a presença

de qualquer homem dentro de casa. Cada uma ao seu modo, recorre a Leila Diniz

como um exemplo a ser seguido da autonomia feminina. Henrique, o pai e ex-

marido, é paulista e voltou para São Paulo depois da separação há vinte anos.

Uma certa manhã, Joana recebe um telefonema: é Elizabete, 28 anos, sobrinha

deste pai ausente, ela vem de São Paulo e, por sugestão do tio, pede hospedagem

na casa da madrinha e das primas. Na bagagem, traz sua carreira como atriz e

um convite de trabalho numa montagem teatral do Peter Pan. Nesta montagem

todos os personagens serão representados por atrizes e ela interpretará o Capitão

Gancho, representante inflexível de um machismo não somente masculino.

A chegada de Elizabete, que não vê a tia e as primas há muitos anos, traz um

súbito desconforto ao arranjo familiar: a ausência de Henrique torna-se presente.

Estremecidas pelos relatos da prima e afilhada a respeito do tio, aquelas três mulheres

vão percebendo o quanto precisaram ocultar para que a suposta emancipação fosse

alcançada. O desconforto transforma-se em crise quando os ensaios de Peter Pan

começam e Elizabete passa a contrapor àquele núcleo familiar e exclusivamente

feminino, um outro também assim constituído, mas apenas por fortuita conveniência

de trabalho.

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Justificativa

A ideia deste projeto surgiu da leitura de uma biografia sobre Leila Diniz. A partir

disso, deu-se início a um debate e uma verdadeira pesquisa não apenas sobre Leila

Diniz, mas sobre o que é o feminino e como ele é vivido pela mulher contemporânea.

Em primeiro lugar, vimos que a imagem construída em torno de Leila era, sim, um

parâmetro válido, mas que era falsa a ideia de uma vida fácil, transcorrida em meio

a palavrões e sorrisos espontâneos. De fato, Leila enfrentou enormes dificuldades

para ser ou dizer o que pensava. A intensidade posta em tudo o que fazia respondia

a esses problemas, de modo que desejar ser livre não expressava superficialidade,

mas necessidade.

Concordamos, num segundo momento, que a opressão machista, combatida à

época de Leila pelo movimento feminista, apenas o foi de fora para dentro, obtendo

vitórias que, apesar de fundamentais, não realizaram o desejo mais intenso do ser

feminino, que é ser subjetivamente livre. Quer dizer, embora liberto na superfície,

continuou a ser vivido como incógnita e angústia, impedindo que as liberdades

conquistadas ultrapassassem a esfera social e se realizassem interiormente.

Com isso, tornou-se necessário entender a relação entre ser feminino e ser livre.

Num mundo construído pelo homem, é livre a mulher? Nossa primeira conclusão,

calcada nas investigações sobre Leila e em pesquisas filosóficas e psicanalíticas,

foi de que o feminino não poderia ser vivido com liberdade sem que cada mulher

empreendesse, em si mesma, um trabalho constante.

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Neste cenário, o mito construído em torno de Leila Diniz é manejado não apenas

para desdobrar a problemática feminina de ontem, mas igualmente a de hoje.

Ela nos ajuda a pensar nas mudanças e heranças que vieram com o movimento

feminista. Qual é o papel da mulher contemporânea?

Se Drummond estava certo, e Leila foi uma mulher capaz da “arte de ser sem

esconder o ser”, então mais do que nunca ela e contemporânea e está convocada a

falar do nosso tempo. Ela o faz, com efeito, através das vozes femininas que “A Arte

de Lidar Segundo as Mulheres” traz ao palco. Não é à toa que a peça se componha

de quatro diferentes representantes deste sexo mistificado; não é à toa que essas

mulheres perfaçam uma família; não é à toa, enfim, que nesta peça tenham de lidar

com um homem ausente e presente ao mesmo tempo.

Do que expomos, fica a dúvida: será que o feminino, manifesto pela arte de lidar

das mulheres, para ser livre precisa emancipar-se do universo masculino? Nossa

peça, invocando a liberdade vivida por Leila Diniz, questiona esse estado de coisas:

eis aí sua melhor justificativa.

Justificativa

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Ficha Técnica

Elenco

Ana Paula Sant’Anna

Ludmila Fidélis

Paola Castilho

Sônia Tinoco

Texto e Direção

Manoel Prazeres

Preparação de Elenco

Helena Varvaki

Direção de Produção

Ana Paula Sant’Anna

Paola Castilho

Sônia Tinoco

Iluminação

Lara Cunha

Figurino

Mariana Rosalba

Cenário

Letícia Ponzi

Programação Visual

Vitor Leal

Pesquisador

Miguel Machado

Administração

JUCELE – Consultoria Esportiva, Artística e Cultural

Assessoria de Imprensa

Ana Paula Sant’Anna

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Currículo

Manoel Prazeres

Manoel Prazeres (http://www.manoel.prazeres.com.br/) é bacharel em Matemática-

Informática pela UFRJ. Cursou Artes Cênicas na UNIRIO. Fez o curso de roteiro

Cinematográfico na Escola Darcy Ribeiro.

Em 1987, em parceria com a atriz Helena Varvaki, fundou o Teatro Kairos. A estréia foi

o espetáculo VIA CRUCIS DO CORPO, uma adaptação do conto homônimo de Clarice

Lispector que, entre 1987 e 1990, participou de vários festivais de teatro nacionais e

internacionais. Assinou o roteiro e a direção.

Em 1988, adaptou e dirigiu O MAL ENTENDIDO de Albert Camus.

Em 1990, dirigiu O MONGE NIKODIM, adaptação do romance OS ARTAMONOV de

Máximo Gorki.

Em 2002, foi o coordenador do FESTSOFT – FESTIVAL DE SOFTWARE CULTURA E

LIBERDADE, realizado no Palácio Gustavo Capanema pelo Governo do Estado.

Em 2005, escreveu o roteiro de longa-metragem NOTÍCIAS DO ARAGUAIA como

trabalho de conclusão do curso de roteiro cinematográfico na Escola Darcy Ribeiro.Ainda

em 2005, assinou o texto da peça teatral UMA INTERDIÇÃO HABITA EM MIM dirigida por

Helena Varvaki.

Em 2006, assinou o roteiro da peça TE AMO NESTA ESCURIDÃO de Luís Arnaldo

Gastão dirigida por Helena Varvaki.

Em 2007, assinou o texto A ARTE DE TER RAZÃO, uma comédia muito livremente

inspirada na obra de Arthur Schopenhauer. O projeto foi patrocinado pelo PRÊMIO

MYRIAM MUNIZ 2006, da Funarte/Petrobras. Ainda em 2007, escreveu a peça teatral

CALÍGULA – O PRÍNCIPE IMORAL. Dirigiu um vídeo em média-metragem baseado na

peça e apresentações abertas ao público do trabalho em processo no Espaço Café Cultural.

Em 2008, escreveu e dirigiu A FRUTA E A CASCA, uma livre apropriação da personagem

Capitu de Machado de Assis. O projeto foi patrocinado pela Eletrobrás através da Lei de

Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal. Desde 2007, Manoel Prazeres,

a atriz Helena Varvaki e a produtora Rosa Ladeira, constituem a LMPR – Tempo Companhia

Teatral (http://www.lmpr.com.br/).

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Currículo

Helena Varvaki

De 1980 a 1983, morou em Atenas/Grécia, onde habilitou-se em Interpretação Teatral

pela Escola de Teatro Clássico P. Katsélis, trabalhou no Estúdio de Movimento Teatral

dirigido por Nellie Kará, e estudou com Eugênio Barba e atores do Odin Teatret.

No Brasil estudou com Fátima Toledo, Valentin Teplyakov e Robert Castle do Lee

Strasberg Institute.

Desde 1984, de volta ao Brasil, vem atuando em dezenas de espetáculos teatrais, em

vários filmes e na televisão.

Fez direção de movimento de dezenas de espetáculos entre eles: A.M.I.G.A.S dirigido

por Cristina Pereira, Tereza D’Avila dirigido por Luiz Arthur Nunes, Inutilezas e Don Juan

dirigidos por Moacir Chaves, Medea dirigido por Antonio Guedes, Pequenos trabalhos

para velhos palhaços e Uma última cena para Lorca dirigidos por André Paes Leme. Alzira

Power de Antonio Bivar com Cristina pereira e Sidney Sampaio. O Língua Solta, de Miriam

Halfin, com direção de Xando Graça e Isaac Bernat no elenco.

Dirigiu os seguintes espetáculos teatrais: Em 1986, dirigiu Antígone de Sófocles com

Antonio Guedes. Em 2002 atou e dirigiu ao lado de Cristina Pereira em Entre o Céu e o

Inferno. Em 2004 ao lado de Flávio Rocha dirigiu Diário de um Matrimonio de Cláudia

Sussekind e em 2005 dirige Uma Interdição Habita em Mim com texto de Manoel Prazeres.

Em 2006 dirigiu Sonhos, Amores e Bufões e Te Amo Nesta Escuridão de Luiz Armando

Gastão.

Foi professora nos cursos regulares da CAL e de Formação de Angel Vianna. Desde

1984, orienta atores e pesquisa o treinamento do ator em seu curso Acrobacia com Ciência,

atualmente sediado no Núcleo de Técnicas Corporais Jaguadarte. Integrou o núcleo de

professores do Laboratório do Ator da FUNARTE, tendo viajado pelo Brasil ministrando

oficinas de interpretação teatral e técnica corporal (Porto Alegre, Macaé, Fortaleza, Tauá e

Guaçuí entre outras cidades).

Preparou os atores da novela Alta Estação da rede Record. Fez preparação corporal da

atrizes jovens do filme Anjos do Sol de Rudi Lagemann. Em 2008 e 2009 fez a preparação

corporal dos atores da novela Caminho da Índias na Tv Globo.

É professora de interpretação do Curso de Bacharelado em Teatro da UniverCidade.

Desde 2005 prepara atores para trabalhos em cinema e televisão no Jaguadarte Núcleo de

Técnicas Corporais.

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Currículo

Ana Paula Sant´Anna

Atriz e produtora. Formada no curso técnico Teatro-escola Célia Helena – SP (1998) e na

Graduação em Artes Dramáticas pela UniverCidade – RJ (2007). Como atriz e produtora,

seus principais trabalhos: Raul Fora da Lei – O Musical, a história de Raul Seixas, textos

Raul Seixas, direção José Joffily e Roberto Bomtempo; A Era dos Festivais, de Daniel Dias

da Silva, direção Roberto Bomtempo e direção musical de Zé Alexandre; Confissões, de

Ana Paula Sant´Anna, direção Ana Claudia Araújo; Espelhos e Sombras, de Avelino Alves,

direção Alexandre Roit, Na mais tenra idade – esquete do texto Exagerei no Rimel de Zeno

Wilde, direção Guilherme Tavares. Foi produtora executiva (pré-produção e filmagem)

e produtora de finalização do longa metragem Depois Daquele Baile, roteiro de Susana

Schild e direção de Roberto Bomtempo, lançado em março/2006. Recentemente produziu

os espetáculos: Espia uma mulher que se mata, A arte de ter razão, A fruta e a casca, Um

Sopro de Vida e Quatro Pessoas.

Ludmila Fidélis

Atriz, 34 anos, graduada em Comunicação Social, se formou pela Escola de Teatro

Martins Pena em 2007, é concursada da prefeitura de Nilópolis como Instrutora de Teatro

no Centro Cultural Tim Lopes, atuou em diversas peças como, “Prometeu Acorrentado,

de Ésquilo, direção de Marcos Henrique Rêgo, “O Arquiteto e Imperador da Assíria”, de

Fernando Arrabal, “A morte do Padeiro da esquina”, de Eduardo Magalhães, e a “A revolta

das Marionetes”, musical infantil de Jerry Adriane, no Teatro Clara Nunes, no Shopping da

Gávea em 2009. Participa de Leituras Dramatizadas na Bienal do Livro, pelo projeto SESC

Nacional. Atualmente atuou no média Metragem “Enquanto faço as unhas” e cursa o 2º

período da Escola de Música Villa-Lobos em Canto Popular.

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Currículo

Paola Castilho

Paola Castilho iniciou sua carreira artística em 1994. Em 1998, concluiu o Curso de

Formação de Atores, na então Faculdade da Cidade. Em 2001 estudou na Escola Nacional

de Teatro da Austrália, NIDA. Em 2004 esteve na Inglaterra estudando Shakespeare. Das 12

peças em que atuou, destacam-se: “Uma Interdição Habita em Mim”, com direção de Helena

Varvaki. Este espetáculo esteve em cartaz no SESC de Copacabana, no teatro do Centro

Cultural da Justiça Federal, no SESC de Teresópolis e no festival RioCenaContemporânea.

“Labirinto ou O estado em que me encontro.”, instalação cênica de Alexandre Mello que

aconteceu na Escola de Cinema Darci Ribeiro. Em 2006, formou-se no curso de Artes

Dramáticas da Escola de Comunicação e Artes da UniverCidade.

Sônia Tinoco

Sônia Tinoco atriz e produtora, formada no curso técnico de Formação de atores,

com Graduadação em Artes Dramáticas da UniverCidade, R.J(2005). Fez cursos de

interpretação com Fátima Toledo, Valentin Teplyakov, José Carlos Garcia (Cia. Chapitô),

Luiz Carlos Vasconcelos e Bia Junqueira e Oficinas de corpo\dança: Helena Varvaki, João

Saldanha, Renato Vieira, Paula Nestorov, André Vidal.

Como atriz fez trabalhos em Teatro e Cinema: “Marcel e suas oito mulheres”, direção:

Bia Junqueira e Lena Brito (Teatro Casa da Gávea\2003), “Os DespertAmores”, direção:

Daniel Cardoso (Teatro Ipanema e Teatro dos Quatro\2004), “Uma Interdição Habita

em Mim”, direção: Helena Varvaki (Teatro do CCJF, Espaço SESC e SESC Teresópolis

-2005\2006), “Cinderela” , direção: Márcio Menta (Lonas Culturais\2007) e “Pinóquio, um

musical de madeira”, direção: Daniel Cardoso (Teatro Darcy Gonçalves\2008). Esquetes:

“Dolly”, direção: Berenice Xavier (Riocenacontemporânea \2004), “Odisséia de uma vaca”e

“Obscenidades para uma dona de casa”, direção: Daniel Cardoso (Mercadão Cultural,

Festivais de Rio das Ostras\2006 e da Cia.de Teatro Contemporâneo\2009). Performances:

“(R)evolução (R)evelação”e “Oriente-se”, coordenação de Alexandre Mello e Fred Tolipan

(Riocenacontemporânea \2005). Cinema: “Feliz Natal”(longa), direção: Selton Mello (2008)

e os curtas “Bolacha” e “Pela Vida”, direção: Saulo Frauches(2007\ 2008).

É Vice-presidente e diretora cultural da JUCELE – Consultoria Esportiva, Artística e

Cultural e participou da produção executiva na logistíca do Festival Riocenacontemporânea

(2006\2007).

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Empresa Produtora

JUCELE Consultoria Esportiva, Artística e Cultural

CNPJ:01.720.809/0001-50 / INSC. Municipal: 605.108

Endereço: Rua Redentor, 70/401 Ipanema – Cep:22421-030 – RJ/RJ

Produções Artísticas e Culturais

– SESC/CBTIJ(Infantil)- “Quem conta um conto, aumenta um ponto”, Texto e direção

 de Daniel Cardoso – Nov/2008

– ESPAÇO SESC/Sala Multiuso -”Cachorro”, Texto de Jô Bilac, livremente inspirado

 no universo de Nelson Rodrigues e direção de Vinícius Arneiro. – Nov/2007

– ESPAÇO SESC/Teatro de arena -”Traço_Observações sobre Medéia”, Texto:

 Eurípedes, Adaptação e Direção: Fábio Ferreira – Mai/2007

– SESC Teresópolis -Oficina de interpretação “Um encontro com o teatro”,

 Coordenação Geral de Helena Varvaki. – Mar/2006

– CCJF, ESPAÇO SESC/Sala Multiuso e SESC Teresópolis – “Uma Interdição

 habita em Mim”, Texto: Manoel Prazeres, Direção: Helena Varvaki- Nov/2005,

 fev/2006 e Mar/2006

– Festival de Esquetes de Rio das Ostras – “Não se pode amar e ser feliz ao

 mesmo tempo”, Texto: Nelson Rodrigues, Direção: Andréa Mello – Set/2006

– Festival de Esquetes de Rio das Ostras e Festival de Esquetes Elbe de

 Holanda – “ Odisséía de uma Vaca”, texto de Arkadi Averchenko e Direção de Daniel

 Cardoso. – Out/2006 e Nov/2006

– ESPAÇO SESC/ Sala Multiuso e Festival de Curitiba/Mostra Fringe e Mostra

 Metropolitana – “Númeo1, Número 2, Número3”, Texto: Mário de Andrade, Adaptação

 de texto de Berenice Xavier e Direção: Sônia Tinoco – Ago/2004 e Mar/2005

– Festival de Esquetes do Centro Cultural Suassuna -”Dolly”, texto: Ligya Fagundes

 Telles, Adaptação de texto de Sônia Tinoco e direção de Berenice Xavier. – Out/2004

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Contatos

JUCELE – Sônia Tinoco

Tels: (21) 2247-7119 / 992336024

soniatinoco@uol.com.br

Paola Castilho

paolacastilho@hotmail.com

Ana Paula Sant’Anna

anasantana18@yahoo.com.br

A Arte de Lidar Segundo as Mulheres

Um trabalho monumental a partir da ideia de homenagear Leila Diniz!

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