PROJETO I:
Comissão Técnica:
a) Categoria Profissional;
b) Categorias de Base.
PROJETO II:
Equipe:
a) Time base;
b) Elenco.
PROJETO III:
Programa de Trabalho.
a) Anual;
b) Semestral:
1) Primeiro Semestre;
2) Segundo Semestre;
c) Campeonato Carioca;
d ) Campeonato Brasileiro 2005;
e) Copa Brasil 2005;
PROJETO IV:
Organograma.
PROJETO V:
Cronograma e Fluxograma.
PROJETO VI:
Pré-temporada, “Inter” – temporada (a ser realizada nas duas últimas semanas da fase de classificação, antes do início de “play-off” final, ou a qualquer tempo que recomendável, necessária e possível.
PROJETO VII:
Time ano 2006 (dois mil e seis). Imediatamente após o encerramento do campeonato estadual, buscar o fortalecimento para o brasileiro e ao fim deste a preparação do elenco para 2006.
Primeiro uma avaliação do elenco permanecendo apenas os de qualidade superior, depois a contratação de reforços de real valor físico-técnico-tático-psicológico-profissional.
OBSERVAÇÕES:
– Representante atuante na Federação;
– Representante atuante na Comissão de Arbitragem;
– Segurança (concentração, campo, fora de casa);
– Contratos com duração de Janeiro a Dezembro de 2005;
– Treinadores capacitados (de preferência formados) nas Categorias de Base; os assistentes podem, eventualmente, não serem formados, desde que qualificados e com grande identificação com o Clube.
– Média de idade da equipe;
– Resultados, súmulas, vídeos de 2003 e 2004; Idem dos amadores;
– Filmagem de todos os jogos e dos próximos adversários e a contratar;
– Suplementação alimentar, vitamínica e aminoácida;
– Código de Ética e de Conduta para todos os Profissionais (Treinadores, Atletas, etc.); Descrição das Funções;
– Número limitado de Atletas no elenco;
– Contratações de acordo com as prioridades;
– Não realização de “Testes ou Experiências” no Elenco Principal;
– Garimpagem de jovens “Talentos” em todo o Estado do Rio de Janeiro e do Brasil;
PROJETO I
a) Comissão Técnica da Categoria Principal:
ADMINISTRADOR GERAL DO FUTEBOL (GERENTE)
SUPERVISOR (ASSISTENTE DO GERENTE)
TREINADOR PRINCIPAL
ASSISTENTE DO TREINADOR PRINCIPAL
PREPARADOR FÍSICO
ASSISTENTE DO PREPARADOR FÍSICO
FISIOLOGISTA
RESPONSÁVEL PELA SALA DE TRABALHOS ESPECIAIS (Musculação)
TREINADOR DE GOLEIROS
MÉDICO (2)
FISIOTERAPEUTA
MASSAGISTA PRINCIPAL
PSICÓLOGO
ROUPEIRO PRINCIPAL
ROUPEIRO AUXILIAR
b) Comissão Técnica das Categorias de Base:
Estrutura semelhante à do Profissional, mas adequada às condições econômicas.
A estrutura mínima recomendada para um bom funcionamento a nível de Grande Clube é:
SUPERVISOR
TREINADOR PRINCIPAL
ASSISTENTE DE TREINADOR
PREPARADOR FÍSICO
TREINADOR DE GOLEIROS
MÉDICO
MASSAGISTA/FISIOTERAPEUTA
ROUPEIRO
Importante que haja harmonia e integração entre os profissionais de cada categoria e entre todas as categorias, sendo o responsável pela categoria principal o coordenador de todas as outras.
Recomendável o fortalecimento das Comissões Técnicas e a utilização de profissionais qualificados, formados em Universidades e com experiência no trabalho a ser desenvolvido.
Em seguida, proceder-se-á à formação de profissionais “feitos em casa”, com a passagem natural, de forma progressiva, por todas as categorias, ao longo dos anos. A promoção à categoria imediatamente acima ocorrerá sempre de forma criteriosa e justa. As lacunas abertas na base da pirâmide devem ser preenchidas por ex-Estagiários que hajam demonstrado qualidades e aptidão para trabalhar dentro da “Filosofia do CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO”, ou por profissionais que hajam se destacado em outros Clubes.
PROJETO II
a) Time base: É imprescindível o fortalecimento da equipe base, em relação à que disputou a temporada de 2004.
Deve-se proceder à definição daqueles que têm condições gerais para permanecer, de acordo com critérios muito exigentes de avaliação físico-técnica-tática-psicológica – comportamental e da produtividade nas temporadas anteriores.
Proceder, então, à contratação de novos Atletas Profissionais de acordo com carências apresentadas e prioridades estabelecidas.
b) Elenco: Completar o grupo de 22 (vinte e dois) jogadores de alto nível, prioritariamente, escolhendo Atletas Profissionais com nível de Seleção Brasileira, ou , ainda melhor, da Seleção. Quando menos, jovens valores de grande qualidade, com potencialidade para futuramente vestir a “Verde e Amarelo”
Em seguida, proceder à complementação até 26 (vinte e seis) atletas, sendo 2 (dois) por posição, mais: goleiro, zagueiro, “play-maker” (meia ofensivo), e atacante.
Este número de jogadores, 26, não é definitivo, podendo variar para menos (se não se conseguir completá-lo com jogadores de qualidade superior), ou para alguns a mais.
Atentar para que o elenco possua um atacante goleador, um veloz e driblador, outro atacante com excepcional nível de finalização por cabeceio em bolas altas, e um jogador polivalente (versátil), capaz de atuar indistintamente em várias posições ou executar diversas funções.
A espinha dorsal (goleiro-centrais-volante-meiaofensivo-goleador) deve ser armada em primeiro lugar, depois as alas, após, então, os substitutos.
Um dos laterais deve ter condições de atuar em ambos os lados.
Incluir dentre os 26 (vinte e seis), alguns jogadores jovens superdotados tecnicamente, formados no próprio Clube ou contratados em condições favoráveis de outras Agremiações antes de atingirem o estrelato.
PROJETO III
Programa de Trabalho:
a) Anual – programa que estabelece os objetivos gerais e os especiais para toda a temporada. Define a filosofia e a metodologia, bem como a estratégia geral do trabalho a ser desenvolvido. Segue-se a este, um Plano Anual de Treinamento que objetiva estabelecer os meios para alcançar os objetivos propostos no Programa de Trabalho.
b) Semestral – programa que estabelece os objetivos particulares de cada semestre e das competições nele compreendidas (considerar que atualmente os Campeonatos Estaduais são de curta duração, cerca de 3 ou 4 meses, e o Brasileiro, longo).
c) Segue-se a esse um Plano Semestral de Treinamento que objetiva alcançar os objetivos propostos no Programa de Trabalho.
d) Campeonato Carioca 2005 – programa que estabelece os objetivos a serem alcançados no Campeonato do Estado Do Rio de Janeiro de 2005. O Plano de Treinamento Semestral inclui as atividades a realizar antes e durante a competição.
PROJETO IV
Organograma: A ser definido no Programa Geral em concordância com os Estatutos e Regimentos do Clube.
PROJETO V
Cronograma: – Primeiro Semestre (de 01 de janeiro a 30 junho de 2005). Merecerá, ainda, estudos mais profundos de acordo com as datas exatas das competições a disputar e a estratégia geral.
I) FASE BÁSICA
II) FASE ESPECÍFICA
III) FASE DE POLIMENTO
IV) FASE DE MANUTENÇÃO
V) FASE DE TRANSIÇÃO
PROJETO VI
Pré- temporada e “Inter-temporada”:
É de fundamental importância para que os resultados sejam positivos. Os primeiros passos na preparação da equipe de futebol ou, na etapa final como o polimento derradeiro.
A experiência recomenda, face à grande exigência do trabalho nas duas primeiras semanas de treinamentos, que se possa exercer um esforço concentrado, bom controle sobre todas as atividades, inclusive a recuperação, por isso recomendamos a realização de uma pré-temporada numa cidade de clima ameno, pequena e de reduzida atividade social, que disponha de todas as facilidades para o treinamento e a acomodação de uma equipe de Futebol Profissional.
Outrossim, recomendamos que este período de preparação seja repetido, ainda que em tempo mais curto, antes de jogos decisivos ou em momentos importantes e decisivos da competição.
A “concentração” tende a ser abolida com o passar do tempo, na dependência somente do nível de consciência do Atletas Profissionais que formam o elenco.
Mas no início do trabalho, torna-se importante, principalmente para o desenvolvimento do mútuo conhecimento e do aperfeiçoamento da união, decisiva em esportes coletivos. A convivência de todos de forma mais acentuada, numa “pré-temporada” facilita os mecanismos que levam à vitória.
PROJETO VII
Time ano 2006:
Todos os esforços devem ser envidados no sentido do trabalho para a temporada de 2005, mas acreditando e investindo na importância do planejamento de médio e longo prazos várias decisões podem ser tomadas, levando em conta possíveis e elevados objetivos, desde já estabelecidos para 2006.
Importante lembrar que colhemos o que foi semeado no passado, e que, colheremos em o próximo ano, tudo o que ora semearmos.
Embora o Futebol seja uma atividade de grande rotatividade e, mesmo os mandatos diretivos sejam por curtos espaços de tempo, devemos, humildemente, plantar, para nós próprios colhermos, em permanecendo, ou outrem, se a vida assim o desejar.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Pensamos da maior importância a união, não só da Direção do Futebol com a Comissão Técnica e o Elenco de Atletas Profissionais, como também a completa integração entre todos os Departamentos do Clube de Regatas do Flamengo, principalmente o de Futebol de Base. Ademais, fundamental harmonizar estes segmentos com a Torcida e com a Imprensa (a Mídia, de forma geral).
Todos os Departamentos devem ser conduzidos e dirigidos na direção de uma forte integração e mútuo auxílio, donde demandará energia positiva e resultados.
O nível de cobrança sobre o profissionalismo deve ser grande, levando cada simples profissional, Atleta ou não, à superação dos próprios limites.
Este programa básico serve para estabelecer os principais tópicos a serem trabalhados visando o sucesso na temporada 2005.
Em seguida, quando dispusermos de maiores detalhes, deve ser elaborado o Programa Geral de Trabalho 2005, no qual os objetivos serão estabelecidos de forma definitiva e mais precisa.
Então, proceder-se-á à elaboração do Plano de Treinamento que visa estabelecer na prática, os meios para alcançar os objetivos estabelecidos no Programa Anual de Trabalho.
Preparar uma equipe é como construir um edifício. Planejar é preciso.
O Gênio Thomas Edson já dizia: talento é 99% de transpiração e 01% de inspiração.
Uma Vez Flamengo, Flamengo até morrer!
Boa Sorte!
Deus Nos Ajude!

JULIO CESAR LEAL JUNIOR
BY JUCELE
JULIO LEAL